segunda-feira, 30 de novembro de 2009

BMW S 1000 RR é um foguete alemão de 193 cavalos


Minha curiosidade sobre como a BMW teria levado todo seu conceito de conforto e segurança para uma moto superesportiva foi frustrada logo na primeira questão a Stefan Zeit.

gerente de projeto da nova S 1000 RR: “esqueça. Focamos todo o Desenvolvimento dessa moto no desempenho”, respondeu no melhor estilo germânico. A afirmação só fez crescer minha vontade de acelerar essa tão anunciada motocicleta – com 193 cv a S 1000 RR tem sido aclamada não somente como a mais potente, mas também como a mais radical motocicleta BMW jamais produzida.

O palco para confirmar (ou desmentir) as qualidades da nova superesportiva não poderia ser mais adequado: o lançamento mundial da S 1000 RR aconteceu no novo Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão, Portugal. E este que vos escreve foi um dos felizardos a pilotar pela primeira vez esse foguete alemão. Apesar do vento cortante, o sol brilhava e tornava a visão das 40 motos enfileiradas no pit lane uma cena ainda mais bonita – uma para cada um dos jornalistas presentes.

Começando devagar

Apesar da ansiedade, antes de acelerar recebemos uma explicação sobre os dispositivos eletrônicos dessa verdadeira superbike – a S 1000 RR disputou a temporada 2009 do Campeonato Mundial de Superbike.

A começar pelos quatro modos de pilotagem – Rain, Sport, Race e Slick – que podem ser selecionados por um botão no punho direito. Pode-se escolher cada um deles até mesmo em movimento, entretanto nessa situação é preciso “fechar” o acelerador e apertar a embreagem até 60 segundos depois da escolha.

Em cada um dos modos, a resposta do acelerador muda, o ABS funciona de forma diferente e o controle de tração (DTC) permite acelerações com a moto mais inclinada. O inédito sensor de wheeling evita que a moto empine, porém deixa de entrar em ação no modo Slick, que só deve ser usado com pneus de competição e em circuitos.

Na primeira sessão, os técnicos da BMW sugeriram que pilotássemos no modo “Rain”, indicado para chuva e pisos escorregadios, para que nos acostumássemos tanto com a S 1000 RR como com o desafiador traçado de Portimão, repleto de subidas e descidas e curvas cegas.

Bastou sair dos boxes para perceber que estava a pilotar um novo tipo de motocicleta BMW. O ronco forte do motor e a resposta brusca do acelerador prometiam diversão com a superbike alemã, mesmo com a potência restrita a 150 cv, uma das principais características do modo “Rain”. Além disso, o controle de tração limita a ação do acelerador com a moto inclinada a mais de 38°.



Depois de algumas voltas, notei que a atuação dos freios ABS é bastante intrusiva no modo “Rain”. Ao final da reta dos boxes, uma frenagem brusca em descida fazia o ABS funcionar em demasia, estilo que não combinava com a pista de asfalto novo e com liberdade para acelerar. Porém, o estilo “Rain” deve ser ideal para situações adversas, como sob chuva forte ou piso molhado em uma estrada sinuosa.

À medida que me acostumava com o circuito e com a moto, troquei para o “Sport”. Toda a potência de 193 cv a 13.000 rpm fica disponível e a resposta do acelerador torna-se mais direta – até atingir a maior sensibilidade no modo “Slick”.

O novo motor impressiona. E não deve nada para os propulsores de quatro cilindros das motos japonesas, se é isso que está se perguntando. Com 999 cm³ de capacidade, pesa somente 59,8 kg – segundo a BMW, o mais leve quatro cilindros de 1.000 cc – conta com injeção eletrônica e refrigeração líquida. Tem cilindros de grande diâmetro (80 mm), porém curso de apenas 49,7 mm – o que na prática significa um motor que cresce de giros rapidamente e oferece muita potência e torque em média e altas rotações. O torque máximo de 11,45 kgf.m a 9,750 rpm levanta a roda dianteira com facilidade – ainda bem que a S 1000 RR conta com o controle de wheeling que, logo que a roda sai do chão, gerencia o motor para colocá-la para baixo.

Esta S 1000 RR, definitivamente, não é a BMW de seu amigo cinqüentão. “É uma BMW sem concessões, sem assento e manopla aquecida, sem espaço para a garupa. É uma superesportiva”, completou Stefan Zeit que, para comprovar que entendia sobre o que falava, vestia macacão e andou conosco na pista de Portimão.

Cada vez mais rápido

Poderia gastar muitos parágrafos explicando o duto de ar variável, o controle das quatro válvulas por cilindro e as outras inovações tecnológicas que a BMW utilizou no quatro cilindros em linha da S 1000 RR. Mas, assim como eu, você deve mesmo querer saber como ele se comporta na pista.

Impressionante, seria um bom resumo, porém insuficiente para explicar o comportamento do propulsor dessa moto bávara. Apesar das especificações bastante esportivas, tem razoável força em baixos e médios regimes e uma incrível potência em altas rotações. A entrega de toda a potência vem de forma amigável e não assusta o piloto. No modo “Race” – indicado para o uso somente em pistas, porém com pneus de rua, como os excelentes Metzeler Racetec K3, originais de fábrica – o acelerador fica ainda mais nervoso.

Com ajuda do quick shift assistant, que possibilita subir as marchas sem tirar a mão do acelerador e sem acionar a embreagem, ao final da reta de chegada com 969 metros de extensão, a S 1000 RR alcançava mais de 280 km/h em quinta marcha (o câmbio tem seis), com o conta-giros indicando que havia “mais motor”. Então era hora de frear em descida, afinal a curva 1 para direita era feita em terceira marcha. Resumindo, o motor é de uma verdadeira esportiva puro sangue.

A frenagem em descida era uma ótima oportunidade para se constatar o funcionamento dos freios e o equilíbrio do chassi. Com dois discos de 320 mm de diâmetro e pinças de fixação radial com quatro pistões da marca Brembo têm uma “mordida” instantânea e arisca, como é necessário em tal situação. Na traseira, o disco simples de 220 mm tem pinça simples. O sistema de freios Race-ABS funciona equilibradamente nos modos mais radicais, como “Sport” e “Race”. Há até um sensor que evita o levantamento da roda traseira em frenagens muito radicas, aliviando um pouco o freio dianteiro. Tudo sem que o piloto perceba. Outra vantagem é que o conjunto de sensores e centrais eletrônicas do ABS e DTC (Dynamic Traction Control) pesa 1,5 kg.

Ciclística impecável

Sob frenagens bruscas e acelerações nas saídas de curva é que se nota o equilíbrio de todo o conjunto ciclístico de uma superesportiva, como a nova BMW S 1000 RR. A começar pelo compacto quadro em alumínio que oferece rigidez na medida certa. O conjunto de suspensões também mereceria um capítulo à parte – garfo invertido de 43 mm de diâmetro na dianteira e balança traseira monoamortecida que, além de ser uma bela peça de engenharia, tem dimensões avantajadas para garantir tração mecânica ao máximo nas curvas.

O melhor de tudo: trazem ajustes completos e fáceis de fazer. Pode-se regular a altura tanto na frente como atrás e um prático sistema com escalas de 1 a 10 permite ajustar compressão e retorno, além de pré carga da mola. Para nossa diversão, os mecânicos BMW escolheram um set-up considerado ideal para a pista portuguesa. Com meus 70 kg e para meu nível de pilotagem não precisei mudar nada.

Porém, sem pensar nas especificações da ciclística ao pilotar a S 1000 RR a primeira qualidade que salta é sua agilidade. Apesar da aparência de uma moto grande, muda de direção com facilidade e transmite total segurança ao piloto. Parece que o conjunto “conversa” com o piloto. Sente-se do tanque às pedaleiras recuadas todas as reações da moto.

O que permite entradas de curva precisas, ajudadas pela embreagem deslizante, que possibilita reduções bruscas sem desequilibrar a moto. Confiando no DTC e na aderência dos pneus de série, começava a acelerar bastante cedo na saída de curva. Vale dizer que, em nenhum momento, senti a moto querer escapar de traseira. O funcionamento do controle de tração é irrepreensível. Quando for guiar outras superesportivas sem o sistema terei de me lembrar que não terei toda a tecnologia da nova S 1000 RR. Freios ABS e DTC só podem ser adquiridos em conjunto.

Assusta um pouco o controle de wheeling, afinal assim que a roda dianteira levanta a moto parece cortar o motor e o foguete alemã recoloca o trem dianteiro no chão. No modo “Slick”, o sistema é desligado assim como o ABS da roda traseira. Quer dizer que ela empina – por no máximo 5 segundos – e também derrapa se você exagerar na dose no pedal de freio.

Porém se você se considera um piloto tão habilidoso que dispensa as maravilhas eletrônicas, uma boa notícia: tudo pode ser desligado – ABS e o controle de tração. Só cuidado ao girar o acelerador e ao acionar os freios, essa BMW S 1000 RR é nervosa mesmo.



Depois de um dia inteiro no autódromo português na companhia da S 1000 RR, concluí que a BMW fez um excelente serviço no desenvolvimento de sua superesportiva que durou cerca de cinco anos, como revelaram os chefes do projeto. Esqueça as soluções mirabolantes, os cilindros expostos do motor boxer, monobraço e eixo-cardã, características de outras motos da fábrica alemã. Essa não é a BMW do seu pai.

Deixou de lado os mimos e apostou no desempenho. Tem um motor potente, uma ciclística intuitiva e muita tecnologia embarcada. Tecnologia, aliás, que faz dessa uma das mais seguras superesportivas que já pilotei. Lembrando que velocidades acima do permitido nunca são seguras e só devem ser atingidas em pistas e circuitos fechados com todo o equipamento de segurança necessário.

E pela primeira vez o preço não é um ponto negativo, quer dizer, se compararmos com outras motos da mesma categoria. Completa, com toda a eletrônica disponível, a S 1000 RR vai custar R$ 74,59 mil. Estará disponível ao motociclista brasileiro a partir de março em quatro opções de cores – verde, prata, preta e na versão tricolor da equipe de fábrica, que vai custar mais R$ 2,8 mil. Praticamente o mesmo da Honda CBR 1000 RR com freios ABS, porém sem controle de tração, vendida a R$ 75 mil.

Fonte: WebMotors

Cruze que será vendido nos Estados Unidos.


A Chevrolet divulgou neste domingo (29) fotos e informações do Cruze que será vendido nos Estados Unidos.

O sedã médio terá dois motores, um de 1,4 litro turbo e outro de 1,8 litro - ambos quatro cilindros em linha. Haverá opção de câmbio manual ou automático, os dois com seis marchas. Por fora o modelo é idêntico ao oferecido no resto do mundo, recebendo apenas as alterações obrigatórias para o mercado norteamericano, como indicadores de direção dianteiros na cor laranja.

O Cruze americano será apresentado ao público no Salão de Los Angeles, que começa nesta sexta (4). O destaque do modelo fica para o motor 1,4 litro de 138 cv, capaz rodar 17 km/l na estrada, segundo a fábrica. As vendas nos Estados Unidos começam no primeiro trimestre de 2010. No Brasil, o carro deve substituir o Vectra no final de 2010.


Fonte: iCarros

Hatch da Volkswagen vence segundo colocado com 10 pontos de vantagem.




Hatch da Volkswagen vence segundo colocado com 10 pontos de vantagem.

o pequeno Volkswagen Polo foi eleito o Polo foi eleito o Carro do Ano 2010 na Europa, superando por uma margem apertada oToyota iQ. O Polo foi escolhido como o melhor

do ano por 25 dos 59 membros do jurado, composto por jornalistas das principais revistas especializadas do
Velho Continente.
Os argumentos que mais contribuíram para a conquista do prêmio foram a qualidade de fabricação e sua aposta
tecnológica em um veículo com preço acessível ao público. Ainda não está confirmado de maneira oficial, mas
segundo revelou a revista Autoesporte na edição de dezembro que está nas bancas, o Polo chegará ao Mercosul em
breve, incluindo uma inédita versão sedã.

Pontuação final

1 – Volkswagen Polo: 347 pontos
2 – Toyota iQ:337 pontos
3- Opel Astra: 221 pontos
4 – Skoda Yeti: 158 pontos
5- Mercedes-Benz Classe E: 155 pontos
6- Peugeot 3008: 144 pontos
7- Citroën C3 Picasso: 113 pontos

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

BMW S 1000 RR é um foguete alemão de 193 cavalos

Minha curiosidade sobre como a BMW teria levado todo seu conceito de conforto e segurança para uma moto superesportiva foi frustrada logo na primeira questão respondida por Stefan Zeit, gerente de projeto da nova S 1000 RR: "Esqueça. Focamos todo o desenvolvimento dessa moto no desempenho", respondeu o engenheiro, ao melhor estilo germânico. A afirmação só fez crescer minha vontade de acelerar a motocicleta -- com 193 cavalos, a S 1000 RR tem sido aclamada não somente como a mais potente, mas também como a mais radical moto BMW.

O palco para confirmar (ou desmentir) as qualidades da nova superesportiva não poderia ser mais adequado: o lançamento mundial da S 1000 RR aconteceu no novo Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão, Portugal. Apesar do vento cortante, o sol brilhava e tornava a visão das 40 motos enfileiradas no pit lane uma cena ainda mais bonita.

COMEÇANDO DEVAGAR
Apesar da ansiedade, antes de acelerar recebemos uma explicação sobre os dispositivos eletrônicos dessa autêntica superesportiva -- a S 1000 RR disputou a temporada 2009 do Campeonato Mundial de Superbike.

A começar pelos quatro modos de pilotagem (Rain, Sport, Race e Slick), que podem ser selecionados por um botão no punho direito, mesmo em movimento -- situação na qual é preciso "fechar" o acelerador e apertar a embreagem até 60 segundos depois da escolha. Em cada um dos modos, a resposta do acelerador muda, o ABS funciona de forma diferenciada e o controle de tração (DTC) permite acelerações com a moto mais inclinada.

O inédito "Sensor de Wheeling" evita que a moto empine, porém deixa de entrar em ação no modo Slick, que só deve ser usado com pneus de competição e em circuitos.

Na primeira sessão, os técnicos da BMW sugeriram que pilotássemos no modo Rain, indicado para chuva e pisos escorregadios, para que nos acostumássemos tanto com a S 1000 RR como com o desafiador traçado de Portimão, repleto de subidas, descidas e curvas cegas.

Bastou sair dos boxes para perceber que estava a pilotar um novo tipo de motocicleta BMW. O ronco forte do motor e a resposta brusca do acelerador prometiam diversão, mesmo com a potência restrita a 150 cv, uma das principais características do modo Rain. Além disso, o controle de tração limita a ação do acelerador com a moto inclinada a mais de 38°. Depois de algumas voltas, notei que a atuação dos freios ABS é bastante intrusiva nesse modo. Ao final da reta dos boxes, uma frenagem brusca em descida fazia o ABS funcionar em demasia, estilo que não combinava com a pista de asfalto novo e com liberdade para acelerar. Porém, deve ser ideal para situações adversas, como sob chuva forte ou piso molhado em uma estrada sinuosa.

À medida que me acostumava com o circuito e com a moto, troquei para o Sport. Toda a potência de 193 cv a 13.000 rpm fica disponível e a resposta do acelerador torna-se mais direta. Já no modo Slick, esta sensibilidade chega ao topo.

O novo motor impressiona. E não deve nada para os propulsores de quatro cilindros das motos japonesas, se é isso que você está se perguntando. Com 999 cm³ de capacidade, pesa somente 59,8 kg -- segundo a BMW, o mais leve quatro-cilindros de 1.000 cm³ -- conta com injeção eletrônica e refrigeração líquida. Tem cilindros de grande diâmetro (80 mm), porém o curso é de apenas 49,7 mm -- na prática, significa um motor que cresce de giros rapidamente e oferece muita potência e torque em média e altas rotações. O torque máximo de 11,45 kgfm a 9,750 rpm levanta a roda dianteira com facilidade -- ainda bem que a S 1000 RR conta com o controle de wheeling que, logo que a roda sai do chão, gerencia o motor para colocá-la para baixo.

Esta S 1000 RR, definitivamente, não é a BMW de seu amigo cinquentão. "É uma BMW sem concessões, sem assento e manopla aquecida, sem espaço para a garupa. É uma superesportiva", completou Stefan Zeit que, para comprovar que entendia sobre o que falava, vestiu o macacão e andou com a imprensa na pista de Portimão.

CADA VEZ MAIS RÁPIDA
Poderia gastar muitos parágrafos explicando o duto de ar variável, o controle das quatro válvulas por cilindro e as outras inovações tecnológicas que a BMW utilizou no quatro cilindros em linha da S 1000 RR. Mas, assim como eu, você deve mesmo querer saber como ele se comporta na pista.

Impressionante, seria um bom resumo, porém insuficiente para explicar o comportamento do propulsor dessa moto bávara. Apesar das especificações bastante esportivas, tem razoável força em baixos e médios regimes e uma incrível potência em altas rotações. A entrega de toda a potência vem de forma amigável e não assusta o piloto. No modo Race -- indicado para o uso somente em pistas, porém com pneus de rua, como os excelentes Metzeler Racetec K3 originais de fábrica -- o acelerador fica ainda mais nervoso.

Com ajuda do "Quick Shift Assistant", que possibilita subir as marchas sem tirar a mão do acelerador e sem acionar a embreagem, ao final da reta de 969 metros de extensão, a S 1000 RR alcançava mais de 280 km/h em quinta marcha (o câmbio tem seis), com o conta-giros indicando que havia mais motor. Então era hora de frear em descida, afinal a curva para direita era feita em terceira marcha. Resumindo, o motor é de uma esportiva puro-sangue.

A frenagem em descida era uma ótima oportunidade para se constatar o funcionamento dos freios e o equilíbrio do chassi. Com dois discos de 320 mm de diâmetro e pinças de fixação radial com quatro pistões da marca Brembo a "mordida" é instantânea e arisca, como é necessário em tal situação. Na traseira, o disco simples de 220 mm tem pinça simples. O sistema de freios "Race-ABS" funciona equilibradamente nos modos mais radicais, como Sport e Race. Há até um sensor que evita o levantamento da roda traseira em frenagens muito radicas, aliviando um pouco o freio dianteiro. Tudo sem que o piloto perceba. Outra vantagem é que sensores e centrais eletrônicas do ABS e do controle de tração, que só podem ser adquiridos em conjunto, pesam 1,5 kg.

CICLÍSTICA IMPECÁVEL
Sob frenagens bruscas e acelerações nas saídas de curva é que se nota o equilíbrio de todo o conjunto ciclístico de uma superesportiva, como a nova BMW S 1000 RR. A começar pelo compacto quadro em alumínio que oferece rigidez na medida certa. O conjunto de suspensões é formado por garfo invertido de 43 mm de diâmetro na dianteira e balança traseira monoamortecida -- além de ser uma bela peça de engenharia, tem dimensões avantajadas para garantir tração mecânica ao máximo nas curvas.

O melhor de tudo é que os ajustes são completos e fáceis de fazer. Pode-se regular a altura tanto na frente como atrás e um prático sistema com escalas de 1 a 10 permite ajustar compressão e retorno, além de pré-carga da mola. Para nossa diversão, os mecânicos BMW escolheram uma configuração considerada ideal para a pista portuguesa. Com meus 70 kg e para meu nível de pilotagem não precisei mudar nada.

Porém, sem pensar nas especificações da ciclística ao pilotar a S 1000 RR, a primeira qualidade que salta é sua agilidade. Apesar da aparência de uma moto grande, muda de direção com facilidade e transmite total segurança ao piloto. Parece que o conjunto conversa com o piloto. Sente-se, do tanque às pedaleiras recuadas, todas as reações da moto, o que permite entradas de curva precisas, ajudadas pela embreagem deslizante, que possibilita reduções bruscas sem desequilibrar a moto.

Confiando no DTC e na aderência dos pneus de série, começava a acelerar bastante cedo na saída de curva. Vale dizer que, em nenhum momento, senti a moto querer escapar de traseira. O funcionamento do controle de tração é irrepreensível. Quando for guiar outras superesportivas sem o sistema terei de me lembrar que não terei toda a tecnologia da nova S 1000 RR.

Porém se você se considera um piloto tão habilidoso que dispensa as maravilhas eletrônicas, a boa notícia é que tudo pode ser desligado. Só tenha cuidado ao girar o acelerador e ao acionar os freios, já que essa BMW S 1000 RR é nervosa mesmo.

FIM DE PAPO
Depois de um dia inteiro no autódromo português na companhia da S 1000 RR, concluí que a BMW fez um excelente serviço nos cinco anos de desenvolvimento de sua superesportiva. Esqueça as soluções mirabolantes, os cilindros expostos do motor boxer, monobraço e eixo-cardã, características de outras motos da fábrica alemã. Essa não é a BMW do seu pai.

Ela deixa de lado os mimos e aposta no desempenho. Tem um motor potente, uma ciclística intuitiva e muita tecnologia embarcada. Tecnologia, aliás, que faz dessa uma das mais seguras superesportivas que já pilotei. Lembrando que velocidades acima do permitido nunca são seguras e só devem ser atingidas em pistas e circuitos fechados com todo o equipamento de segurança necessário.

E, pela primeira vez, o preço não é um ponto negativo, quer dizer, se compararmos com outras motos da mesma categoria. Completa, com toda a eletrônica disponível, a S 1000 RR vai custar R$ 74.590, praticamente o mesmo da Honda CBR 1000 RR com freios ABS, porém sem controle de tração, vendida a R$ 75.000. Estará disponível ao motociclista brasileiro a partir de março em quatro opções de cores: verde, prata, preta e na versão tricolor da equipe de fábrica (por mais R$ 2.800). (por Arthur Caldeira, de Portimão, Portugal*)




Fonte: UolCarros

Toyota lança quarta geração do Land Cruiser

A Toyota divulgou a quarta geração do Land Cruiser, utilitário que, no Brasil, foi comercializado na década de 1950 como Bandeirante. Desde seu lançamento, mais de cinco milhões de unidades do modelo, que teve desenvolvimento inicial para uso militar, foram comercializadas em 176 países.

Segundo o chefe de engenharia da empresa, Makoto Arimoto, “é difícil atingir um bom balanço ao desenvolver um veículo com aptidões off-road e bom comportamento na estrada. Nós, no entanto, focamos 100% em cada uma dessas duas áreas e tivemos resultado surpreendente em refinar e acomodar esses dois diferentes e conflitantes mundos em um só veículo”. O modelo está 85 mm mais longo na versão 2 portas, e o novo desenho diminuiu seu coeficiente aerodinâmico de 0,37 cx para 0,35 cx, o que ajudou a reduzir o consumo de combustível por conta da menor resistência à passagem do ar.

Duas motorizações para o SUV estão disponíveis: a primeira é uma 3.0 diesel, que gera 170 e 41,8 kgfm de torque. Nesta opção o modelo 4 portas emite 214 g/km de CO2 e faz média de 12,3 km/l em ciclo combinado. A segunda opção é a 4.0 V6, que gera 280 cavalos de potência e 39,2 kgfm de torque. Nesta versão o consumo de combustível foi reduzido em 13% em relação ao modelo anterior, atingindo a média de 9,2 km/l em ciclo misto, enquanto a emissão de CO2 caiu de 291 g/km para 256 g/km.

O desenho da carroceria foi repensado para que as portas possam ser abertas em um ângulo maior, facilitando o embarque e o desembarque dos ocupantes. Na versão 5 portas, o Land Cruiser conta com assentos traseiros que podem ser rebatidos e abrem espaço para uma área plana para bagagens.

Além das novas formas, a quarta geração do SUV da Toyota traz 7 airbags e tecnologias como o ACC, um piloto automático que possui a opção de manter a velocidade constante ou de variar a mesma de acordo com o trânsito ao redor. O sistema PCS (Pre-crash Safety System), também presente de série no SUV, avalia por meio de sensores a aproximação de objetos e dispara alarmes sonoros para que o motorista possa frear o veículo em caso de colisão iminente. Caso isso não ocorra, o modelo terá os freios acionados automaticamente pelo computador.

Faróis adaptativos (AFS) também estão presentes na nova versão do Land Cruiser, assim como o sistema de freios ABS chamado Multi-terrain, o qual permite que as rodas travem momentaneamente quando o piso é de neve ou areia, de modo que o pneu possa cavar uma trilha e ter mais atrito para diminuir a velocidade do SUV. EBD, A-TRC (sistema de estabilidade e tração) e sistema Down Hill Control (que mantém a velocidade do modelo em descidas de baixa aderência) também estão presentes. Ar-condicionado digital, direção hidráulica, bancos de couro, sensores de estacionamento e som com MP3, Bluetooth e capacidade para 6 CDs completam a lista de itens de série do Land Cruiser. Clique no ícone "Fotos" e confira mais imagens do modelo.

Fonte: GazetaWeb

terça-feira, 17 de novembro de 2009

VW deve aprovar contratos com Porsche


Papéis serão assinados ainda nesta semana, diz agência.

O conselho de supervisão da Volkswagen AG deve aprovar o contrato de fusão e a posterior aquisição parcial da Porsche Automobile Holding SE na próxima terça-feira, 17 de novembro.

Segundo informações da agência de notícias Automotive News, fontes ligadas às negociações afirmam que o conselho da VW deve assinar os contratos necessários para oficializar os acordos nesta segunda-feira, 16 de novembro. Já os executivos da Porsche devem autorizar as negociações na próxima sexta-feira, 20 de novembro.

A VW se recusou a comentar sobre o assunto, enquanto que um porta-voz da Porsche limitou-se a dizer que uma reunião entre a cúpula da montadora está agendada exatamente para sexta-feira.

Apesar de ter iniciado o ano com a intenção de comprar a VW, a Porsche se viu obrigada a desistir dos planos devido à crise e aceitou uma oferta de compra justamente da Volkswagen. A fusão está prevista para ser concluída em 2011.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Fusion é o Carro do Ano dos internautas


Em eleição acirrada, os internautas que acessam o site da revista AutoEsporte escolheram o Ford Fusion como Carro do Ano 2010 pelo voto popular. Conquistando 14,93% dos votos, o Fusion superou o Hyundai i30 com 14,65% e o Chevrolet Agile, que alcançou 14,11% das escolhas. Outros 11 carros aparecem na lista, mas nenhum alcançou sequer 10% dos votos. A votação popular teve a participação de cerca de cinco mil internautas. O Agile ganhou o prêmio Carro do Ano 2010, troféu que é dado ao modelo escolhido por um júri de jornalistas especializados.

"Esta vitória é muito importante para nós, principalmente pela abrangência e transparência da escolha, feita de forma aberta pelo voto popular", diz o gerente geral de Marketing da Ford, Antonio Baltar. O Ford Fusion 2010 foi lançado em maio deste ano. A maior novidade foi a opção de motor V6 de 3.0 litros e tração integral, além do design renovado.


Fonte: Carsale

Zenvo ST1: novas fotos reveladas


A montadora dinamarquesa Zenvo revelou mais imagens do supercarro ST1, apresentado oficialmente no ano passado. O bólido criado para superar o Bugatti Veyron, nada menos que um dos carros mais rápidos do mundo, terá apenas 15 unidades fabricadas. De acordo com a montadora, o modelo arranca de zero aos 100 km/h em menos de três segundos, marca também ultrapassada pelo Veyron. Com um diferencial: o superesportivo é 'flex' e pode ser alimentado com gasolina e também com o biocombust[ivel E85 - composto de 85% de etanol e 15% de gasolina pura.

O Zenvo ST1 é empurrado por um bloco violento de 7.0 litros V8 sobrealimentado por um compressor e também por um turbo - daí a sigla ST. O numeral do nome indica que o modelo é o primeiro produzido pela fábrica sediada na Dinamarca.

O motor é acoplado a um câmbio manual de seis velocidades e entrega incríveis 1.104 cv de potência, além de pesados 145,8 kgfm de torque máximo. Em números, o propulsor do supercarro dinamarquês supera o Bugatti, que produz 1.001 cv e 127,4 kgfm.


Fonte: Carsale

Hoje, 16 de novembro, é o aniversário de 20 anos do Land Rover Discovery. O utilitário chegou em 1989 para ocupar um espaço intermediário entre o Defender e o top Rang Rover. Teve sua estreia somente com carroceria de três portas e recebeu a versão de quatro um ano depois.

O utilitário foi o primeiro a utilizar motor a diesel com injeção direta em um veículo 4x4 e também foi o primeiro do segmento a ter airbag duplo. Hoje, o Discovery está em sua terceira geração. Nesses 20 anos, mais de 900 mil unidades já foram vendidas em 91 países diferentes.


Fonte: iCarros

Mercedes deve comprar BrawnGP e não quer Jenson Button

Proposta feita ao piloto – 3,5 milhões de euros – é 5 milhões a menos do que ele queria.

De acordo com o jornal inlês The Mirror a Mercedes está torpedeando os planos do campeão mundial Jenson Button em ficar na BrawnGP. Foi feita uma proposta final do tipo pegar ou largar de apenas 3,5 milhões de euros para Button ficar em 2010. Isto é 5 milhões a menos do que ele queria e certamente infinitamente menos do que ganham os outros dois campeões mundiais do grid atual; Fernando Alonso na Ferrari e Lewis Hamilton na McLaren.

Ainda de acordo com o The Mirror, a Mercedes está desesperada em fazer um campeão mundial alemão. Depois de falhar ao tentar trazer Michael Schumacher para a McLaren há quase uma década atrás e não conseguir também faturar em cima de Sebastian Vettel, a gigante alemã já teria um acordo com Nico Rosberg para sentar como primeiro piloto da BrawnGP em 2010, equipe que está há poucos dias de ser comprada pela Mercedes e inclusive mudar de nome. O acordo com Rosberg prevê que o outro piloto da equipe não pode ter um salário mais alto que o dele.

Para que a Mercedes compre a BrawnGP ela tem que romper o acordo atual com a McLaren, que prevê exclusividade. O rompimento deste acordo pode custar 500 milhões de libras para a Mercedes. Mesmo assim, tudo já parece estar encaminhado.

A visita que Button fez à fábrica da McLaren nesta semana certamente não foi em vão e as possibilidades da equipe inglesa ter os dois últimos campeões mundiais ingleses como sua dupla para 2010, parecem cada dia mais reais.


Fonte: Webmotors

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Ford apresenta o Mustang Cobra Jet


Nova versão foi preparada pelo time de competições da fabricante.

A Ford aproveitou a inauguração do SEMA, mostra que reúne carros preparados e ocorre em Las Vegas, EUA, para revelar a versão Cobra Jet da linha 2010 do Mustang.

Preparado pela Ford Racing, divisão de competições da marca norte-americana, o nome do carro remete ao modelo de 1968 que disputou corridas pela NHRA (National Hot Rod Association). Cerca de 40 anos depois, o Mustang Cobra Jet recebeu pintura especial e adesivos na carroceria em um pacote chamado “SEMA Special”.

Para oferecer performance digna dos veículos que atuam nas categorias dos dragsters, o cupê conta com transmissão, automática ou manual, pronta para esse tipo de competição além de amortecedores, molas e sistema de freios preparados para as corridas de arrancada.

Uma exclusividade do Mustang Cobra Jet é que ele será o primeiro automóvel da Ford a contar com um sistema de arrancada desenvolvido pela fabricante, similar ao Launch Control inaugurado pela Porsche em 2008. Por meio dele, basta o motorista pisar fundo no acelerador para o cupê acelerar da maneira mais estável – e rápida – possível. A produção do Mustang Cobra Jet começará em janeiro nos EUA, sendo que as vendas são esperadas para o primeiro trimestre do próximo ano.

Fonte: GazetaWeb.com

Volkswagen anuncia campanha para revisão de motor 1.0


Lubrificante causa problema no Fox, Gol e Voyage, diz companhia.

A Volkswagen do Brasil anunciou a chamada "campanha de oficina ativa" para a revisão do motor 1.0 flexível EA-111que equipa 400 mil unidades entre os modelos Gol, Voyage e Fox, fabricados a partir de abril de 2008. Na terça-feira (27), o engenheiro responsável da companhia, José Loureiro, confirmou que o problema que causa barulho no motor está na lubrificação.

A convocação não se trata de um recall, mas esse tipo de operação é chamado pela indústria como "recall branco". Esse tipo de procedimento é adotado, quando a montadora avalia que o defeito não coloca em risco a segurança de condutor e passageiros. Mesmo assim, a ação da Volkswagen visa substituir o óleo lubrificante do motor, mudança na orientação para a troca de óleo a cada seis meses ou 10 mil quilômetros e extensão do prazo de garantia dos motores de 3 para 4 anos. A empresa coloca o call center à disposição dos clientes: 0800 019 5775.

Embora a Volkswagen tenha declarado como problema a aceitação do óleo lubrificante, concessionários têm afirmado à imprensa que o defeito está nas peças estruturais do motor, por não terem recebido tratamento térmico, como forma de reduzir custos. O problema foi divulgado no dia 15 de outubro pela revista Exame, que afirmou que o custo de um recall, neste caso, ultrapassaria R$ 1 bilhão. De acordo com a reportagem, o prejuízo da Volkswagen seria de tal proporção porque a retirada do motor do carro e o reparo além de caros envolveriam complexa operação de logística.

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domingo, 1 de novembro de 2009

Vettel vence e segura segundo lugar no campeonato


Alemão supera Hamilton após problema de freio do inglês e leva o vice-campeonato de 2009. Barrichello chega em quarto

Com um carro muito rápido e contando com a sorte, Sebastian Vettel venceu o primeiro GP dos Emirados Árabes da Fórmula 1, disputado neste domingo no circuito da Yas Marina, em Abu Dhabi. O alemão da RBR largou na segunda posição e viu Lewis Hamilton abrir vantagem no primeiro trecho da corrida, mas um problema no freio traseiro direito da McLaren, acabou com a corrida do campeão de 2008 e deu a liderança da prova ao alemão, que assegurou o vice-campeonato da temporada 2009.

Confira a matéria completa: http://www.maceioautos.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=5764

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Confirmado: Aston Martin, em fevereiro, no Brasil


O Brasil é a bola da vez entre os modelos de luxo. Após o desembarque oficial de Pagani Zonda, Spyker e Lamborghini, entre outras, agora é a vez da inglesa Aston Martin chegar ao país. Sergio Habib, ex-presidente da Citroën do Brasil e importador da Jaguar, confirmou a informação à Autoesporte. "Abro a primeira concessionária da Aston Martin na América Latina em fevereiro de 2010, logo depois do carnaval." A revenda, que está em fase final de obras, ficará em São Paulo, mais especificamente na Avenida Brasil. Neste ano, a mesma via ganhou uma concessionária com arquitetura arrojada da Ferrari/Maserati, que saiu da Avenida Europa.

Segundo Habib, a meta é vender 30 unidades por ano. "Vou trazer todos os modelos da linha, isso inclui também o sedã-cupê Rapide, com motor V12 e duas toneladas de peso. Ainda de acordo com Habib, no Brasil, a linha da Aston Martin partirá de R$ 700 mil. "São carros extremamente exclusivos, mas nós e os ingleses temos certeza que o Brasil tem demanda para esse tipo de automóvel." Clique aqui e confira o teste do conversível DBS Volante.

Fonte: GazetaWeb

Novo Volkswagen Fox parte de R$ 29.990

A Volkswagen do Brasil anunciou os preços do novo Fox que mudou o visual e recebeu melhorias para manter a liderança no mercado sobre os concorrentes Renault Sandero, Fiat Punto e o recém-chegado Chevrolet Agile.

A segunda geração do hatch estará disponível em três versões de acabamento. O modelo de entrada, com motor 1.0 e duas portas, parte de R$ 29.990 e chega a R$ 31.830 com quatro portas.

A versão intermediária, equipada com propulsor 1.6 e quatro portas, tem preço sugerido de R$ 34.800 com câmbio manual e com câmbio automatizado (ASG) sobe para R$ 37.290.

Já o modelo topo de linha, chamado Prime, com motor 1.6, quatro portas e transmissão ASG sai por R$ 39.400. O Prime traz aerofólio, bancos com costura em vermelho, luzes de neblina, faróis com dupla parábolas, adesivos exclusivos na carroceria e volante com regulagem de altura e profundidade.

Fonte: GazetaWeb

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Maceió recebe o maior evento de motociclismo em arena do nordeste


O Circuito Nordeste de Motocross terá início dia 23 de outubro de 2009 em uma arena que será montada ao lado do supermercado HIPER BOMPREÇO no Bairro do Farol com capacidade para receber 10 mil pessoas ao dia. A programação será a seguinte:
Dia 23 às 17:00h treino livre – dia de reconhecimento da pista pelos pilotos e um dos melhores dias para ver o estilo livre de cada um, onde cada piloto salta e produz manobras radicais e inacreditáveis. Imperdível!!!
Dia 24 às 17:00h - final da categoria Força Livre – aqui o circo pega fogo, é punho em baixo e velocidade nas alturas. A Força Livre é a categoria onde tudo se mistura 250cc, 450cc, o que deixa a prova eletrizante.
Dia 25 às 08:00h - grande final – adrenalina pura para todas as provas, serão 100 pilotos dando show de velocidade, saltos, ultrapassagens. Uma única corrida para cada categoria. É a hora da verdade na pista. Os verdadeiros campeões serão conhecidos aqui.

Saiba mais:
http://www.maceioautos.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=5741

domingo, 18 de outubro de 2009

Webber vence GP do Brasil e Jenson Button é campeão


Apesar da pole position, mais uma vez não deu pro Barrichello.
Depois de um início brilhante, Rubens Barrichello começou a ter problemas no carro depois da sua primeira parada nos boxes e foi perdendo posições até terminar na 8ª posição.
Mark Webber foi o vencedor da prova e Jenson Button terminou na 5ª colocação, suficiente para se sagrar campeão mundial de pilotos 2009.

Leia a matéria completa: http://www.maceioautos.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=5732

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

WaterCar cria supercarro anfíbio


Veículo baseado na picape Dodge Ram tem motor do Chevrolet Corvette.

Segundo a idealizadora do projeto, a WaterCar, o Python, sua mais recente criação, é carro anfíbio mais rápido já desenvolvido e fabricado. O principal argumento para tal afirmação é o motor 6.2 V8 do Corvette LS3, que gera 430 cv na terra e na água. Além do coração do esportivo da Chevrolet, o modelo usa a carroceria da picape Dodge Ram.

Andando em terra firme, o Python se comporta como um carro normal. A prova de aceleração de 0 a 100km/h é realizada em 4s5, segundo a empresa. Quando vai para a água, as quatro rodas se recolhem, deixando exposto o casco flutuante, e a impulsão fica por conta de um motor de popa (parte traseira) de 130 cv, que leva o carro-barco aos 100 km/h de velocidade máxima.

Interessados na máquina inusitada podem escolher diversas cores para a carroceria e também personalizar a cabine de diferentes maneiras. De acordo com a fabricante, o modelo na configuração básica custa US$ 200.000 (aproximadamente R$ 345.000).

Fonte: GazetaWeb

Novo Volkswagen New Beetle deverá ser lançado em 2012


Marca alemã está desenvolvendo a nova geração do carrinho.

A Volkswagen está desenvolvendo a nova geração do New Beetle. O carro será lançado em 2012 e terá “um habitáculo maior do que o atual New Beetle, especialmente na parte traseira. As dimensões externas do carro mantêm-se praticamente inalteradas”, afirmou o presidente e CEO da Volkswagen norte-americana, Stefan Jacoby. Além disso, a nova geração deve perder o sufixo "Novo", passando a se chamar somente Beetle.

Jacoby acrescentou que, nos Estados Unidos e na Europa, o próximo New Beetle será posicionado entre o Polo e Golf. A reestilização do carro Fusca foi um sucesso nos Estados Unidos, mas não na Europa, principalmente devido ao preço. Por isso, o novo New Beetle deverá ser baseado no famoso antepassado, não só no estilo, mas também nos custos de manutenção.

Fonte: GazetaWeb

Toyota apresenta FT-86, cupê de tração traseira


Desenvolvido com a Subaru, esportivo estará no Salão de Tóquio.

Já há algum tempo, Toyota e Subaru desenvolvem em conjunto um cupê esportivo de tração traseira de preço acessível. E agora a marca líder mundial em vendas revela sua versão para o projeto. Trata-se do FT-86, um conceito que já traz muitas características de uma versão de produção. Sua apresentação oficial acontecerá no Salão de Tóquio, no fim do mês.

E a marca faz questão de ressaltar: “o FT-86 não é um veículo elétrico nem híbrido, mas um esportivo com motor a gasolina desenvolvido para reunir os apelos essenciais dos automóveis da nova era”. O tal motor é um 2.0 boxer de quatro cilindros fornecido pela Subaru. Embora a marca não informe, são grandes as chances de se tratar do mesmo propulsor de 152 cv que equipa o Impreza, ou mesmo sua versão turbinada, de 250 cv.

Entre as informações divulgadas pela Toyota, estão as dimensões do cupê. Ele conta com 4,16 m de comprimento, 1,76 m de largura, 1,26 m de altura e 2,57 m de entre-eixos. Tudo isso valorizado pelo desenho desenvolvido pelo estúdio francês ED2. Muitas das linhas internas e externas deverão migrar diretamente para a versão de produção do modelo, ainda sem data definida para ser fabricada.

A Subaru prepara a sua versão do projeto para breve. Ele contará com a mesma mecânica e motorização, mas o visual será diferente.

Fonte: GazetaWeb