quarta-feira, 8 de abril de 2009

Grupo investe US$ 85 milhões em carro híbrido

Novo modelo será vendido até o fim do ano nos EUA

A Eco-Drive (Capital) Partners LLC, com sede em Nova York (EUA), um consórcio de investimento europeu-americano, e a Kleiner Perkins Caufield and Byers, confirmam um investimento de US$ 85 milhões para finalizar o desenvolvimento e dar início à fabricação em série do Fisker Karma 2010, que poderá ser o primeiro carro plug-in híbrido (que pode ser carregado em tomadas domésticas) do mercado norte-americano. Com preço estimado de US$87.900, esportivo é projetado para viajar aproximadamente 80 quilômetros sem poluir o meio ambiente, movido a bateria de íon lítio que pode ser carregada em poucas horas a partir de uma tomada doméstica de 110 ou 240 volts.

Depois de percorrer essa distância, um motor 2.0 a gasolina abastece um gerador capaz de mover o motor elétrico do carro por 402 quilômetros. A empresa recentemente anunciou uma rede nacional de mais de 30 revendedores de prestígio que devem comercializar e dar assistência aos veículos. Planos futuros incluem um novo modelo com preço mais baixo. A Fisker Automotive é uma empresa fundada em agosto de 2007 com sede global fica em Irvine, Califórnia (EUA).



Fonte: RevistaAutoEsporte

Zafira 2009 ganha motor 2.0 de 140 cv


Monovolume também passa a contar com novo grafismo no painel

Seguindo os passos do Chevrolet Vectra Next Edition, Vectra GT/GT-X Remix e Astra, agora é a vez da Zafira estrear sua linha 2009 com o motor 2.0 Flexpower mais potente e adaptado às novas regras de emissões brasileiras.

O propulsor agora está 12 cv mais potente e entrega 140 cv a 5 600 rpm e 19,7 kgfm de torque a 2 600 rpm com álcool. Já com gasolina, o bloco desenvolve 133 cv a 5 600 rpm e 18,9 kgfm a 2 600 rpm. Segundo a fabricante, a minivan equipada com câmbio manual consegue médias de 11,3 km/l com gasolina e 7,9 km/l com álcool.

Fora a motorização, as alterações ficaram por conta de um novo grafismo no painel e da inclusão de uma faixa branca perto dos mostradores para facilitar a leitura. A gama de versões continua inalterada e é composta pelas opções Comfort (R$ 61 951), Expression (R$ 66 097), Elegance (R$ 69 465) e Elite (R$ 74 382).



Fonte: CarroOnline

GM mostra carro elétrico de duas rodas


Projeto PUMA tem motor elétrico e transporta apenas duas pessoas

Se a ordem é encolher, a General Motors entendeu. A montadora norte-americana, que é uma das mais afetadas com a crise econômica mundial, apresenta um conceito um tanto quanto curioso. Trata-se do projeto PUMA (Personal Urban Mobility and Acessibility, que significa meio de transporte urbano acessível). O carro é um dos destaques do Salão de Nova York (EUA), que vai até o dia 19.

Muito parecido com o conceito do Segway, o carro também traz motor elétrico, que respeita o meio ambiente e funciona por meio de baterias de lítio. A autonomia do carro é de 56 km, muito próxima da média de 60 km que população dos Estados Unidos roda por dia, segundo pesquisas. A velocidade máxima fica em 56 km/h. Você aprova o projeto PUMA ou acredita que ele complicaria ainda mais o trânsito das grandes cidades?


Fonte: RevistaAutoEsporte

Clássico: Mustang Mach 1 1973


O Ford Mustang acabou de completar 45 anos. Por isso, resolvemos celebrar seu sucesso com a megalomania da versão Mach 1. Que tal esse cupê de 1.404 kg, com um capô que fica com mais da metade desse peso? E pensar que a primeira cena do cinema em que um carro andou em duas rodas foi uma honra desse Ford. O nome do filme? "Os Diamantes são Eternos"(1971), da série em que o agente secreto James Bond apronta ao volante, dessa vez fugindo de carros de polícia na então pecaminosa Las Vegas (EUA). Lançada em 1969, essa versão que acabou ficando entre a GT e a Boss, era pura testosterona com enfeites do tipo faixas pretas, janela traseira com veneziana e um generoso aerofólio, detalhes que podem ser apreciados no carro que aparece nas fotos, fabricado em 1973. Veio do sul do País e recebeu apenas uma pintura nova para ficar perfeito.

O Mach 1 é um carro que inspira desempenho até pelo nome. Mach é o que a aviação considera a velocidade do som. Nada mais sugestivo na época em que o carro foi lançado, quando os caças supersônicos estavam em voga nos Estados Unidos. Além disso, no início dos anos 70, ao contrário do que acontece hoje, a extravagância estava em alta, daí a aparência musculosa e cheia de adornos do carro. A pintura amarela fazia parte das opções chamativas oferecidas pela Ford, que num anúncio publicitário dizia que esse Mustang era "um cavalo de cor diferente". A lista de equipamentos também é diretamente proporcional ao tamanho do carro. Incluía ar-condicionado, vidros elétricos, direção hidráulica, entradas de ar no capô, entre outros itens.

A festa de ostentação continua no interior, com enormes bancos revestidos de couro, devidamente costurados para o assento ficar com ranhuras e com encosto de cabeça embutido. Soleiras de alumínio com o logo da Ford no centro e portas com detalhes de madeira também fazem parte do capricho desse Mustang. A instrumentação com mostradores individuais e de formato oval foi feita para dar a impressão de que você está no comando de um carro de corrida. O que contribui com essa sensação é o volante de três raios e aro de madeira, mas com a empunhadura de um daqueles "charutos" da Fórmula 1 dos anos 50, que deslizavam nas pistas com seus frágeis pneus de lona. Mas basta girar a chave no contato para deixar qualquer idéia de fragilidade de lado.

O V8 acorda falando grosso. E sacudindo o carro inteiro. Para o carburador de quatro corpos (quadrijet) se banhar com gasolina é preciso esperar um pouco até o óleo do cárter passar por todas as galerias do bloco de ferro fundido. O jeito é ir pisando aos poucos no acelerador, até sentir que o motor está pronto para saltar a voz e os 315 cavalos de potência (brutos). Mas é bom acalmar os ânimos porque o câmbio é automático de apenas três marchas, tirando qualquer pretensão de mostrar seus dotes de piloto, mesmo porque a imensidão do capô e o peso de carro de luxo também atrapalham nas curvas. Mesmo assim, a força do V8 empolga, por isso é bom não provocar esse brutamonte.

Como a maioria dos clássicos, os freios são pontos críticos. Nesse gigante, a força aplicada no pedal exige não apenas força, mas muito tato para evitar que as rodas travem. Além disso, para ajudar a compor um clima de competição à moda antiga, o cheiro de gasolina vem de todos os lados, acompanhado pelo som borbulhante do V8. Ao contrário de um carro de corrida, você não vai sofrer de dores nas costas, já que os assentos são confortáveis. E nem de calor, porque o carro já vem com ar-condicionado. De qualquer forma, o Mach1 sempre vai estar na memória daqueles que viram o auge do chamado "american way of life".


PREÇO ESTIMADO DO CARRO: R$ 120 mil (no Brasil)
PRODUÇÃO: 1970 a 1979
MOTOR: 5.0, V8, 315 cv (brutos), 46,3 kgfm
TRANSMISSÃO: Automática de três marchas, tração traseira
0 a 100 KM/H: 8,4s
VELOCIDADE MÁXIMA: 198 km/h



Fonte: CarMagazine

Nissan revela imagem do 370Z Roadster


Ao enviar o convite para os membros da imprensa especializada dos Estados Unidos para o Salão do Automóvel de Nova York, a Nissan anexou a primeira foto oficial do novo 370Z Roadster. Para esta versão conversível do modelo, o fabricante nipônico optou por não realizar muitas mudanças no visual, em relação ao seu antecessor. Seu desenho traz mais curvas e mantém as barras atrás dos encostos de cabeça.

Sob o capô, o novo 370Z Roadster terá o mesmo bloco V6 de 3.7 litros que impulsiona a versão cupê. Este motor é capaz de desenvolver 359 cavalos de potência a 7.000 rpm e 37,32 kgfm de torque a 5.200 giros. Este propulsor pode estar associado com uma caixa de transmissão manual, de seis velocidades, ou automática, de sete marchas. Quando chegar aos concessionários da Nissan ainda neste ano, o 370Z deverá ter preços um pouco mais apimentados do que a variante cupê e não deve sair por menos de US$ 29.930 (cerca de R$ 67,1 mil).


Fonte: CarSale

terça-feira, 7 de abril de 2009

Citroën mostra novo C4 Sedan na China


Traseira é inspirada no C5 e base vem da versão hatch

A subsidiária da Citroën na China acaba de lançar um sedã único no mundo. Trata-se do C4 Sedan, modelo feito sobre a plataforma da versão hatch. A novidade vai ser vendida no mercado local como alternativa ao mais requintado C-Triomphe. Este último é vendido ao redor do mundo com o nome C4 Pallas, inclusive no Brasil, onde parte de R$ 61.420.

O C4 Sedan chinês trará como ponto forte o preço competitivo e o visual que muitos já dizem ser mais atraente que o do Pallas. Isso porque sua traseira é inspirada no C5, sedã maior da montadora, que deve chegar ao mercado brasileiro apenas no fim do ano. A dianteira também traz o novo visual da família C4, já adotado na Europa, mas ainda descartado no Brasil, que continuará tendo a mesma traseira com lanternas cujo formato lembra a de um bumerangue. O C4 Sedan será vendido na China com duas opções de motores: 1.6 de 110 cavalos e 2.0 de 143 cv.


Fonte: RevistaAutoEsporte

GM vai lançar jipão em Nova York


Utilitário vai substituir o Pontiac Torrent e terá desenho polêmico

A GMC acaba de apresentar as primeiras informações e fotos oficiais da nova geração do utilitário Terrain. O modelo utiliza o mesmo nome dado ao Captiva na Arábia, que também é vendido como Saturn Vue e Opel Antara na Europa. O que mais chama atenção no Terrain é o visual bastante diferente do convencional, o que tem gerado boas discussões.

Para o designer da GM, John Cafaro Junior, a diferença no visual tem explicação: “Nós procuramos diferenciá-lo de todo o restante da linha. É um utilitário esportivo de identidade, que passa confiança e força ao proprietário”. O carro será apresentado no Salão de Nova York (EUA), entre os dias 10 e 19 de abril, e estará disponível no mercado norte-americano com motor EcoTec 2.4 de 182 cavalos (o mesmo do Captiva brasileiro) e um V6 3.0 de 264 cv.


Fonte: RevistaAutoEsporte

Carros de James Bond ganham museu


O agente secreto James Bond já estrelou mais de 20 filmes desde a década de 1960 e, em suas aventuras, nunca faltaram carros exóticos e cobiçados. Para os fãs do agente 007, também não falta devoção ao ídolo: o britânico Peter Nelson, por exemplo, passou 20 anos colecionando os carros utilizados pelo personagem no cinema. Como resultado, inaugurou ontem (5) o The Bond Museum (Museu do Bond), em Keswick, na Inglaterra, com mais de 25 carros originais utilizados nos filmes.

Sua coleção modelos raros, como o original Lotus Esprit, que se transformou em um carro-anfíbio nas mãos do ator Roger Moore no filme "The Spy Who Loved Me" ("O Espião que Me Amava", de 1977), e o Aston Martin DB5, que Sean Connery utilizou em "007 contra Goldfinger" (1964). O Ford Mustang pilotado por Connery em "Diamonds are Forever" ("Os Diamantes são Para Sempre", de 1971) também é uma das atrações.

O esportivo Aston Martin DBS, estrela dos atuais "Cassino Royale" (2006) e "Quantum of Solace" (2008), nos quais Bond é interpretado pelo ator Daniel Craig, não poderia faltar no acervo britânico. Segundo a agência de notícias britânica BBC, Peter Nelson investiu milhares de libras e anos de pesquisa no projeto. Mais informações estarão disponíveis em breve no site do museu: www.thebondmuseum.com.


Fonte: CarSale

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Milionário manda pintar Bugatti com ouro


Supercarro de 1001 cavalos fica guardado em câmara climatizada

Fibra de carbono, couro legítimo, motor de 16 cilindros com quatro turbos de 1001 cavalos... Nada disso foi suficiente para o ego de um exótico milionário do Kwait, no Oriente Médio. Por isso ele resolveu mandar pintar partes do seu Bugatti Veyron com ouro puro, deixando uma combinação de dourado que não deixa de ser um exagero, mas até que merece alguma admiração.

O que espanta é que essa verdadeira jóia fica estacionada numa câmara atmosférica climatizada e não é apenas uma peça de coleção. Seu dono costuma assumir o volante na região do Golfo Pérsico, deixando um rastro dourado pelo caminho, que se confunde com a aréia do deserto, afinal o carro é capaz de atingir 407 km/h e acelerar de 0 a 100 km/h em meros 2,5 segundos.


Fonte: RevistaAutoEsporte

Em Cingapura VW mostra Golf GTI V50 de 246 cv


Ainda usando a carroceria da geração 5 do Golf, a Volkswagen apresentou no salão de Cingapura uma versão especial do Golf GTI. Denominada de V50, a versão usa o mesmo motor original da série, mas com modificações na injeção eletrônica que elevam sua potência para 246 cv.

Assim, o modelo acelera de 0 a 100 km/h em 5,6 segundos e pode passar dos 260 km/h de velocidade máxima

Visualmente o GTI V50 se difere pelo kit aerodinâmico que recebeu, rodas exclusivas de aro 18 r cores preto e branco na carroceria.



Fonte: CarMagazine

CRF 450R injetada é o reforço da Honda no motocross


A Honda apresenta a motocicleta com a qual sua equipe oficial irá competir na temporada 2009 de Motocross, no Brasil, a CRF 450R, agora alimentada por injeção eletrônica de combustível. O modelo foi inteiramente revisto (quadro, motor, alimentação etc) e passou por um regime de dois quilos. Com as melhorias, a motocicleta está mais estreita, com centro de gravidade mais baixo e tem melhor distribuição de potência, devido ao novo sistema de alimentação.

Olhando-se para a nova CRF, ela nem parece uma moto de 450cc. "É um projeto totalmente novo, tem uma ciclística melhor e está mais leve. São apenas três quilos a mais que a CRF 250 R, de menor capacidade", ressaltou o paranaense Leandro Silva, um dos cinco pilotos da marca na categoria.

Silva também elogia o desempenho da nova 450cc. "O motor está mais compacto e posicionado mais à frente, melhorando o centro de gravidade. Ela melhorou muito nas entradas de curva em relação a versão anterior." Para finalizar o piloto falou sobre a melhoria do propulsor com a adoção da injeção eletrônica de combustível: "A moto, em baixa, está mais dócil, porém continua uma 450 quando você precisa enrolar o cabo".

Wilson Yasuda, gerente de competições da Honda no Brasil, completou os elogios à nova moto. "A distribuição de peso foi otimizada, passando da proporção anterior, de 40% na dianteira e 60% na traseira, para 50% a 50%", explica. Sobre a alimentação da nova motocicleta ele diz: "A injeção tem um sistema que mede a temperatura do óleo e verifica a composição do combustível, isentando o uso de sonda lambda", explicando a ausência de tal equipamento, presente nas motos injetadas "de rua".


Fonte: UolCarros