sexta-feira, 3 de abril de 2009

Ford faz nova redução de preço do Fusion


Versão nova do sedã chega às lojas no próximo mês

A chegada do novo Ford Fusion às lojas é dada como certa para o mês que vem primeiramente com motor V6. E para desovar o estoque da atual versão de quatro cilindros, a marca norte-americana passou um comunicado para as revendas anunciando uma promoção relâmpago. Apenas para os modelos sem teto solar e na cor preta, o carro está sendo oferecido por R$ 64.500, o que representa um desconto de R$ 4.500 em relação ao valor de tabela que vigorou até a última semana de março. Mas se for considerado o preço original de R$ 83.620, a economia chega a generosos R$ 19.120, ou seja, hoje paga-se 23% a menos pelo sedã.

Para quem for esperar o novo Fusion, as novidades não são poucas. Além do visual mais moderno, que inclui novo grupo ótico (com terceira luz de freio que usa leds no lugar de lâmpadas), grade dianteira reestilizada, entre outras mudanças, o carro traz câmbio seqüencial seis marchas no lugar do convencional de cinco. Na parte estrutural, destaca-se a suspensão recalibrada e a inclusão de controle eletrônico de estabilidade como item de série. Entre os opcionais, haverá até sistema que alerta sobre veículos se aproximando em pontos cegos, que começou a ser oferecido na linha Volvo.



Fonte: RevistaAutoEsporte

Novo Kia Sorento é mostrado oficialmente


Estrela do Salão de Seul (Coréia do Sul), novidade chega ao Brasil em meados de 2011

Uma das grandes atrações do principal evento automotivo de Seul será a nova geração do utilitário-esportivo Sorento, que começa a ser vendida no Brasil em meados de 2011. O carro passou por uma mudança radical e ficou mais requintado e atraente para ganhar novos mercados, como Estados Unidos e Europa, onde ele será vendido a partir do próximo ano. Na Coréia do Sul, as vendas se iniciam logo após o salão, que começou hoje (2) e termina no próximo dia 12.

A dianteira do jipão está mais atraente graças aos faróis, que lembram os do crossover Subaru Tribeca. Na frente, detalhes cromados na grade e para-choque com largas entradas de ar dão ainda mais imponência ao novo modelo. Na traseira, as lanternas contam com estilo futurista e invadem a tampa do porta-malas. Mas é no interior, que ainda não havia sido mostrado, que estão boas surpresas.

O teto transparente é cerca de 80% feito de vidro, clareando o ambiente e dando uma visão panorâmica para os sete ocupantes. Aliás, a terceira fileira de bancos é um dos principais atrativos do modelo e pode ser erguida sobre o assoalho do porta-malas. O painel também foi reestilizado e passa a ter um novo sistema multimídia com DVD-player e navegador por satélite (GPS). Além disso, detalhes de aço escovado aparecem no console central, volante e nos puxadores de porta.

Atenta aos exigentes consumidores europeus, a Kia tratou de deixar o Sorento muito bem equipado para atingir nível máximo nos testes de segurança da EuroNCAP. Por isso, tratou de incluir sistema de auxílio em descidas (DBC), monitoramento da pressão dos pneus, câmera para manobras de marcha à ré, além de controles de estabilidade e tração.

O Sorento 2010 terá duas opções de motores a gasolina. O primeiro é um 2.4, com 174 cavalos, e o outro um V6 3.5 de 277 cv. O mercado sul-coreano terá acesso exclusivo à versão movida a gás natural veicular (GNV), com um bloco de 2.7 litros de cilindrada. Por fim, alguns países poderão optar pelo modelo 2.2 a diesel, de 197 cv.


Fonte: RevistaAutoEsporte

Suzuki Grand Vitara ganha motor V6


O utilitário esportivo compacto, Suzuki Grand Vitara, começa a ser vendido agora com motor V6 por R$ 119.900. O propulsor de 3,2 litros chega com 232 cv a 6200 rpm e torque de 29,6 kgfm a 3200 giros. A transmissão é feita com um câmbio automático de cinco marchas e tração integral, com reduzida.

A versão top de linha vem com rodas de 17 polegadas, travamento e destravamento das portas sem o uso da chave, freios ABS com distribuição de frenagem, controle de estabilidade e controlador de velocidade em descidas. Além disso, conta com teto solar elétrico, sistema de áudio e piloto automático.



Fonte: iCarros

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Usados & Seminovos: Fiesta Hatch a partir de R$ 7.000,00


Confira:
http://www.maceioautos.com.br/index.php?option=com_wrapper&Itemid=476

Smart fortwo chega da Europa


Dezesseis anos depois de seu primeiro esboço, uma década depois de seu efetivo lançamento na Europa, e já a caminho do primeiro milhão de unidades rodando em 37 países, o smart fortwo finalmente chega ao Brasil. Com o lançamento desse carrinho para duas pessoas, a marca smart -- que pertence ao grupo Daimler, ao lado da Mercedes-Benz -- inaugura suas operações no país. De início, modestamente: será uma única loja em São Paulo. Uma outra, também na capital paulista, será aberta no segundo semestre. As vendas do smart começam na próxima semana.

O carrinho chega com duas carrocerias, a coupé e a cabrio (conversível), ambas na versão única Passion, custando R$ 57.900 e R$ 64.900, respectivamente. A Daimler desconversa em relação à previsão de emplacamentos. Admite apenas que já tem um lote de 500 unidades compradas e prontas para revender em São Paulo. Essa quantidade, em princípio, deve suprir a demanda até o final do ano -- mas a empresa garante que não haverá problemas se for preciso trazer mais carros da França, onde ele é fabricado. Novas lojas em outras cidades, só a partir de 2010. A garantia oferecida é de dois anos.

A proposta do smart é ser um carro 100% urbano, voltado para a racionalização da mobilidade e da utilização do espaço urbano e das fontes de energia. É para quem tem "cabeça aberta", ou chance de ainda abri-la -- daí seu slogan, "open your mind".

Por isso o smart oferece apenas dois lugares: como lembrou a Daimler, a ocupação média dos veículos de passeio nos centros urbanos é de 1,2 pessoa. Assim, mesmo nesse carrinho caberiam mais 80% de alguém.

O smart mede 2,69 metros. Para comparar: nove deles ocupam o mesmo espaço que seis Volkswagen Gol. De acordo com a Daimler, é possível rodar cerca de 15 km/l com o smart na cidade, e 24 km/l na estrada (por isso o tanque tem capacidade para apenas 33 litros de gasolina). E as emissões de gás carbônico, um dos causadores de efeito estufa, estão quatro gramas abaixo do limite preconizado pela União Europeia, que é de 120 g/km.

Prudente, a Daimler não fecha questão sobre seu público-alvo no Brasil, mas é consenso entre os especialistas que o smart deve agradar mais a jovens, mulheres e "descolados" em geral -- seja como carro principal da casa (no caso de solteiros), seja como o segundo ou terceiro (no caso de famílias). E não admira que a primeira loja da marca seja justamente na avenida Europa, uma espécie de passarela de asfalto para a "elite" paulistana motorizada. Afinal, o smart, que começa em 9.900 euros na França e Alemanha (cerca de R$ 30 mil), desembarca por aqui a preço de sedã médio bem recheado. No fundo, é um brinquedinho motorizado muito bacana de ostentar.

POR FORA
O design do smart, pioneiro há dez anos, ao longo do tempo gerou ao menos um clone célebre, o chinês Shuanghuan Noble (alvo até de processo por parte da Daimler), e é referência para minicarros mais recentes -- como Toyota iQ e Tata Nano (embora ambos tenham mais lugares).

O smart é um monovolume encurtado, o que é claramente demarcado pela traseira verticalizada e a dianteira ascendente, que ondula suavemente em direção ao teto. O conjunto formado pela grade frontal, pelo logotipo no capô e pelos faróis ("boca", "nariz" e "olhos" do carrinho), sorri para o mundo com simpatia. De lado, o smart parece de mentirinha -- impressão ampliada pelo uso de duas cores na carroceria. O contraponto é dado pelas belas rodas de 15 polegadas, medida usada em carros compactos e médios (como comparação, o Nano tem rodas de aro 12).

POR DENTRO
O habitáculo do smart tem algumas peculiaridades, mas elas se referem principalmente ao acabamento, ao formato e ao posicionamento de alguns comandos. A ignição, por exemplo, está no console, entre o câmbio e o freio de estacionamento. Conta-giros e relógio analógico ficam em dois mostradores redondos e giratórios sustentados por hastes no centro do painel frontal. O banco do motorista é mais recuado em relação ao do passageiro, para ampliar o espaço dos ocupantes. Assim como a lataria, a cabine também pode ter duas cores -- um dos exemplares dirigidos por UOL Carros usava preto e um abóbora escuro na forração em tecido. Há bastante plástico, e algumas peças têm aspecto frágil (como os botões de travamento das portas e dos faróis de neblina).

No smart coupé, o teto translúcido de policarbonato, fixo e com tampa retrátil interna, dá um toque de sofisticação e exclusividade ao interior. Já o cabrio tem capota em tecido que retrai e dobra sobre si mesma obedecendo ao comando de botões no console. Duas barras laterais, que funcionam como trilhos, podem ser retiradas e guardadas num compartimento na tampa do porta-malas, aumentando a sensação de liberdade. Entre os equipamentos de conforto, destacam-se ar-condicionado, trio elétrico e sensor de chuva.

Como a Daimler fez questão de apregoar, por dentro o smart não tem nada de pequeno. Por exemplo: caso recue seu banco, o passageiro com menos de 1,80 metro de altura poderá esticar as pernas completamente. Mas, se essa mesma pessoa ocupar o lugar do motorista, é provável que, ao buscar a melhor posição para dirigir, acabe sentindo falta de regulagens de altura no assento e no volante. São ausências importantes num carro que é chamado de "lindinho" por nove entre dez mulheres.

Mas, no geral, o smart cumpre a contento o papel de acomodar duas pessoas de modo honesto, além de uma quantidade limitada, mas não necessariamente ínfima, de bagagem (220 litros), que vai sobre o compartimento do motor, montado a 45º, à frente do eixo traseiro, que recebe a tração.

RODANDO COM O SMART
UOL Carros participou nesta quarta-feira (1) de um test-drive com exemplares do smart, coupé e cabrio, em trechos urbanos e de estrada em São Paulo e arredores.

O motor de 1 litro (na verdade, exatos 999 cm³) de três cilindros em linha, 12 válvulas, é capaz de entregar 84 cavalos de potência a 5.250 rpm, além de um interessante torque de 12,2 kgfm a 3.250 rpm. Obtidos graças à turboalimentação, são números semelhantes aos de propulsores 1.4, e na prática o smart se comporta como se tivesse um desses sob o capô -- menos na velocidade máxima, que não passa dos 145 km/h. Por outro lado, o 0 a 100 km/h (diz a Daimler) é cumprido em bons 11 segundos. Sobra disposição para o transporte de duas pessoas, mais bagagem, em situações de tráfego urbano, como arrancadas e retomadas frequentes.

No entanto, a transmissão automatizada de cinco marchas, com opção de trocas sequenciais (na alavanca e em borboletas atrás do volante), é incapaz de gerenciar a força do motor de maneira gentil. Como em outros câmbios desse tipo, as trocas sem intervenção do motorista muitas vezes ocorrem com trancos. O leve delay no funcionamento do acelerador e o sistema de freios muito sensível pedem treino para não fazer o smart partir dando salto e frear mergulhando.

Mas o aspecto que causou a impressão mais negativa no smart foi sua suspensão. Seu acerto é firme, pensado para colaborar na estabilidade de um carro leve, pequeno e relativamente alto. Nos grandes centros urbanos europeus, onde as ruas são de veludo se comparadas com as do Brasil, o smart certamente roda gostoso.

Mas em São Paulo não foi assim. Os solavancos e pancadas são transmitidos em estado quase bruto ao interior do carro, incomodando o passageiro e cansando o motorista. A excelente direção eletroassistida conta a favor, mas o fato é que não dá para comparar a condução do smart com aquela de um carro maior, mais pesado e mais adaptado ao Brasil.

Vale notar que os equipamentos de segurança ativa e passiva do smart são admiráveis, e estão anos-luz à frente da média do nosso mercado. O carrinho possui controle eletrônico de estabilidade, ABS (antitravamento de freios), assistentes de frenagem e antiderrapagem, quatro airbags, cintos pre-tensionados, coluna de direção deformável, célula de segurança etc. Passou com louvor pelos rigorosos testes europeus e norte-americanos nessa área. Mas...

Mas, mesmo sabendo de tudo isso, é impossível não sentir uma certa tensão ao disputar espaço no trânsito com SUVs, vans, caminhões e ônibus, todos prontos para atacar esse pequeno europeu -- atrevido e algo petulante -- que veio se aventurar em nossa selva urbana.


Fonte: UolCarros

Mohave a diesel chega por R$ 184,9 mil


As concessionárias da Kia Motors no Brasil já iniciaram as vendas da versão EX, a diesel, do utilitário esportivo Mohave. Ele é equipado com motor 3.0 litros V6 VGT capaz de entregar 250 cavalos de potência máxima (a 3.800 rpm) e torque de 55 kgfm (a 2.000 rpm), e seu preço sugerido é de R$ 184,9 mil. O jipão é o primeiro modelo da Kia a contar com uma caixa de transmissão automática de seis marchas.

O Mohave tem tração integral e sua carroceria mede 4,88 metros de comprimento, 1,91 m de largura e 1,81 m de altura. A distância entreeixos é de 2,89 m. Ele tem capacidade para transportar até sete ocupantes e vem com piloto automático com controle no volante, teto solar elétrico, luzes indicadoras de direção nos retrovisores e rodas de liga leve de 18 polegadas de diâmetro.


A versão EX também vem equipada com câmera com monitor de cristal líquido (LCD) para marcha ré e sensores de estacionamento traseiros, bancos revestidos de couro, sendo os dianteiros com ajustes elétricos, farol de xenônio com lavador e controle automático de altura. O CD player tem leitor de arquivos MP3 e entrada para tocador Apple iPod. Fechando a lista de equipamentos estão ar-condicionado digital dualzone e o computador de bordo.

Para garantir segurança aos ocupantes, o Mohave está vem com seis airbags, Sistema de Controle de Tração (TCS), Controle de Assistência em Aclives (HAC), Controle de Frenagem em Declives (DBC), suspensão independente nas quatro rodas com dispositivo anti-capotamento (ROP), controle eletrônico de estabilidade (ESP) e freios com ABS e distribuição eletrônica de frenagem.

Fonte: CarSale

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Usados & Seminovos: Fiat Siena a partir de R$ 12.000,00

Confira:
http://www.maceioautos.com.br/index.php?option=com_wrapper&Itemid=473

VW exibe Tiguan movido a hidrogênio


Ecológico, SUV compacto emite apenas vapor d’água.

A Volkswagen promoveu nesta quinta-feira, 19 de março, um breve test-drive com o Tiguan HYMotion, protótipo apresentado na Ecogerma 2009.

O modelo, desenvolvido pela matriz da montadora em Wolfsburg, usa a tecnologia de células a combustível para se movimentar. O carro é impulsionado por 420 células, sendo que cada uma delas geram uma reação que combina hidrogênio e oxigênio.

O processo de oxidação libera energia, que é prontamente convertida em energia elétrica. A seguir, a eletricidade é transmitida por meio de um conversor e um inversor estático para um ou mais motores elétricos. Assim, o carro se movimenta sem emitir poluentes, apenas vapor d’água.

O tanque de hidrogênio fica alojado abaixo do banco traseiro, dentro do porta-malas. Por enquanto, a marca construiu dois postos de hidrogênio, localizados na Alemanha e nos Estados Unidos. Nestes locais, o processo de reabastecimento leva aproximadamente dois minutos.

Por dentro, o Tiguan HYMotion é idêntico ao modelo que deve chegar ao Brasil no final de abril. A única ressalva vai para a tela instalada no console central, que exibem gráficos e informações sobre o desempenho do carro.

Segundo a Volkswagen, a tecnologia ainda precisa ser aprimorada e os primeiros veículos produzidos em série não devem sair da linha de montagem antes de 2020.


Fonte: QuatroRodas

ZX-10R chega por R$ 58.900


Kawasaki resgata linha Ninja no Brasil com moto de 188 cv

A Kawasaki está promovendo um lançamento capaz de deixar qualquer entusiasta empolgado. A marca japonesa anunciou a volta da linha Ninja ao Brasil, estrelada pela nova ZX-10R. Para ser vendida no país, ela passou por adaptações à gasolina nacional e às normas de emisões de poluentes e ruídos. Todas as modificações foram feitas no Japão, país onde a moto foi desenvolvida e é fabricada.

Além do design arrojado, inspirado nas motocicletas de corrida, a nova Ninja não deixa a desejar quando o assunto é motor. Ela traz um propulsor tetracilíndrico de 998 cm3, com 188 cv de potência a 12.500 rpm e torque de 11,5 kgfm a 8.700 rpm. Além da cor verde tradicional, a Ninja ZX-10R estará disponível nas cores preto e laranja, com preços partindo de R$ 58.900.


Fonte: RevistaAutoEsporte

Kia Motors já brinca com o 1º de abril


Já virou tradição. Todos os anos, no dia 1º de abril, o Dia da Mentira, vários fabricantes de automóveis aproveitam a data para divulgar notícias inusitadas. E não foram poucos os que já foram 'pegos' nas brincadeiras. Nesse ano, a coreana Kia Motors foi a primeira a anunciar
um fato surreal. E seu mais novo comunicado à imprensa, ela apresenta uma nova versão do crossover Soul, o Aero-Soul. Ele é equipado com um revolucionário sistema chamado de Air Propulsion and Retardation Installation Line (algo como Programa de Instalação de Propulsão e Retardo de Ar), ou simplesmente APRIL - abril, em inglês.

De acordo com a empresa, apesar de a foto de divulgação do protótipo mostrar o dispositivo acoplado ao Soul, ele pode ser instalado em qualquer modelo da marca. Ainda segundo a Kia, o APRIL oferece como benefício redução do consumo de combustível e emissões de gases poluentes.

O equipamento vem com pequenos sensores incorporados aos párachoques dianteiro e traseiro capazes de controlar a velocidade do vento. Eles acionam painéis quando o vento é suficientemente forte para proporcionar impulso adicional ao veículo. Caso o deslocamento de ar seja forte na traseira do carro, os painéis aproveitarão a energia eólica e a transmitirão ao movimento do carro. Ao acionar o pedal do freio, os painéis se posicionam automaticamente de forma a ajudar a parar o veículo. O acionamento é semelhante ao sistema reverso das turbinas de aviões, que abrem no momento da aterrissagem.


Fonte: CarSale

terça-feira, 31 de março de 2009

Kia terá sedã baseado no Azera

VG será mostrado no Salão de Seul e substitui Opirus

A Kia mostrará no Salão de Seul o VG, seu próximo sedã. Também conhecido como KND-5, o modelo é feito sobre a base do Hyundai Azera. A proposta da Kia é substituir o defasado sedã Amanti, vendido no Brasil como Opirus. Para isso, o grande ponto forte dele será o design, que traz linhas bastante agressivas para bater de frente com sedãs produzidos na Europa.

O VG será mostrado como conceito no Salão, e conta com rodas aro 20, além de faróis com leds. As linhas da dianteira lembram modelos alemães, com destaque para a lateral, que tem um friso abaixo da linha de cintura. A plataforma ainda traz tração dianteira, a mesma que será utilizada na nova geração do Azera. No entanto, ainda há especulações de uma versão com tração integral. A motorização deve partir de um 3.5 V6.



Fonte: RevistaAutoEsporte

Usados & Seminovos: Ford Ecosport a partir de R$ 26.000,00

Confira:
http://www.maceioautos.com.br/index.php?option=com_wrapper&Itemid=475

Astra fica mais potente, GM mantém preço


Depois da nova geração do Vectra, apresentada nos últimos meses, chegou a vez do Chevrolet Astra Hatch ficar mais potente. O modelo ganhou motor 2.0 Flex de 140 cavalos (álcool) e 133 cv (gasolina), que substitui o bloco anterior, de 127,6 cv e 121 cv, respectivamente. Quanto ao sedã, a General Motors ainda não divulgou informações. As versões de acabamento continuam as mesmas - Advantage e Elegance, esta comercializada apenas para frotistas. Os preços do hatch não sofreram alterações (confira abaixo).

Além do ganho de 12 cavalos sobre a versão anterior, o novo propulsor do Astra hatch tem maior torque em baixas rotações, com 19,7 kgfm no álcool e 18,9 kgfm na gasolina, ambos a 2.600 rpm. O Astra Advantage Hatch com câmbio manual atinge velocidade máxima de 200 km/h (álcool) e 195 km/h com gasolina. O consumo estimado nesta configuração, quando abastecido com álcool, é de 11 km/l na estrada e 7,5 km/l na cidade. Com gasolina, o modelo faz 16,4 km/l e 11,1 km/l, respectivamente, segundo a General Motors.

Já o Astra Advantage com câmbio automático, abastecido com álcool, faz 10,3 km/l em percurso rodoviário e 7,5 km/l na cidade, enquanto com gasolina o consumo estimado é de 15 km/l na estrada e 10,5 km/l em ciclo urbano. A velocidade máxima é de 198 km/h (A) e 190 km/h (G).

A adoção do novo propulsor também tem sua justificativa nos novos requisitos exigidos pelo Proconve (Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores do Conselho Nacional do Meio Ambiente). Para se adaptar às novas normas, em vigor desde 1º janeiro deste ano, a General Motors realizou diversas mudanças no propulsor. O bloco recebeu novo coletor de admissão em material plástico, coletor de escapamento em aço inox, sistema de comando de válvulas roletado de baixo atrito, um segundo catalisador, além de novos sensores. Segundo a GM, houve uma redução média de 50% nos índices de emissões de poluentes. O novo propulsor já equipa o sedã Vectra Next Edition e o Vectra GT/GT-X Remix.

Preços mantidos
A versão de entrada do Astra, Advantage hatch, com câmbio manual, sai por R$ 45.664, equipada com ar-condicionado, trio elétrico, rodas de alumínio de 15 polegadas, mostrador digital, entre outros itens. Com câmbio automático, o valor sobe para R$ 51.635, incluindo airbags duplos frontais. Já o modelo Elegance com câmbio manual começa em R$ 53.372 e traz também espelho eletrocrômico, banco bipartido, interior de tecido e alarme. Com airbag duplo e piloto automático, a versão Elegance com transmissão automática custa R$ 59.415.


Fonte: CarSale

Renault lança Clio Get Up a partir de R$ 26.990


Hatch é baseado na versão Campus, mas ganha rodas de liga-leve e rádio com controle na direção

A Renault do Brasil está lançando uma nova versão do hatch Clio. Direcionada ao público jovem, a edição Get Up é baseada no modelo de entrada da marca, o Clio Campus, mas traz novos itens: apoios de cabeça traseiros, limpador e desembaçador traseiro, adesivo com inscrição “Get Up” no para lama dianteiro, rodas de liga leve aro 14” com novo desenho , maçanetas internas na cor alumínio e rádio CD player com leitor de MP3 e controle na coluna de direção. Com motor 1.0 16V Hi-flex, o hatch custa a partir de R$ 26.990 (duas portas) e R$ 28.390 (quatro portas).

Entre os opcionais do Clio Get Up estão ar-condicionado, direção hidráulica e pintura metálica. De série, o carro conta com alarme de luzes acesas, ar quente, barras de proteção laterais, pára-choques na cor da carroceria, vidros verdes e retrovisores com regulagem interna (assim como no modelo Campus). As opções de cores são Preto Opaco, Prata Etoile e Vermelho Vivo.

“Se todos os equipamentos exclusivos da série limitada Get Up fossem adquiridos à parte, o modelo ficaria mais caro. Com isso, o Clio Get Up proporciona economia de quase R$ 700,00, porém, além do preço bastante competitivo, o que mais chamará a atenção dos clientes dessa série limitada será a sua lista de itens especiais”, declara Ricardo Fischer, gerente de marketing da Renault do Brasil.



Fonte: RevistaAutoEsporte

Strada terá versão Working


Assim como o Siena EL, picape ganhará versão com os faróis que o Palio abandonou

A Fiat se mexe para acirrar ainda mais a sua briga com a Volkswagen pela liderança do mercado brasileiro. Depois de lançar a versão EL do Siena, mais despojada, para encarar o Voyage 1.0, é chegada a hora de mexer na líder entre as picapes pequenas, a Strada. A picape ganhará ainda este mês uma nova versão da Strada, que resgatará o nome Working.

Como o próprio nome indica — working em português significa trabalhando —, o modelo será voltado para o trabalho, ou seja, bem simples. Ela utilizará os faróis de monoparábola adotados no Siena EL e dispensados pelo Palio 2010. Além disso, grade e pára-choque não serão pintados na cor da carroceria, mantendo a cor do plástico aparente.

Os flagras dessa página foram feitos pelo fotógrafo Marlos Ney Vidal, nas proximidades da fábrica da Fiat em Betim (MG). Isso significa que o modelo já está em produção e deverá chegar ao mercado em breve. Sob o capô, terá o motor 1.4 de 86 cavalos. Resta saber se a Strada Working vai ou não aposentar a versão Fire, que ainda traz o visual da terceira geração da família Palio. Tudo indica que não, pelo menos num primeiro momento.



Fonte: RevistaAutoEsporte

Mercedes-Benz GLK 280

SUV compacto chega ao País e traz boa fama na bagagem

Antes mesmo de ser lançado no mercado europeu, o jipinho GLK já fazia sucesso entre os consumidores. Mais de 10 mil encomendas foram feitas antes de o SUV (Sporty Utility Vehicle) chegar às lojas, em outubro do ano passado. E a Mercedes-Benz não poupou esforços para promover seu novo utilitário esportivo. O GLK foi, inclusive, estrela de cinema no filme “Sex and the City”, no papel de carro da personagem Samantha Jones, interpretada pela atriz Kim Cattrall.

Por aqui, o GLK fez sua primeira aparição no Salão do Automóvel de São Paulo e começou a chegar às concessionárias em fevereiro deste ano. O preço tem peso de celebridade: R$ 225 mil. Apenas uma versão está disponível nas lojas, equipada com motor V6, de 231 cavalos de potência, e câmbio automático de sete marchas. Dirigimos o famoso jipinho neste mês, nas estradas que levam Juiz de Fora (MG) à capital carioca.

ESTILO
Quadrado? Sim. Mas não conservador, segundo a Mercedes. Na concepção da marca, as linhas marcantes do GLK imprimem a tendência de design do futuro, principalmente no segmento dos utilitários esportivos. O desenho é inspirado no robusto Classe G, histórico modelo da marca, comercializado há 30 anos. Os vincos acentuados se destacam no capô e nas laterais, com linhas sobressalentes que se movimentam na diagonal, em direção à traseira. Lá, as duas saídas de ar incitam a esportividade do jipe e o design lembra o irmão mais velho Classe M.

A precisão do ‘quadradinho’ da Mercedes é incorporada ao ambiente interno. Tudo é encaixado perfeitamente, sem o menor sinal de mau acabamento, seguindo os mandamentos de um carro de luxo. Os bancos são revestidos de couro. Na versão avaliada pelo Carsale, o modelo trazia cor predominante preta, com detalhes em alumínio no console entre os bancos dianteiros, portas e painel. Mas a aplicação de uma faixa cromada em boa parte da superfície do painel, à frente do passageiro, dá um visual pesado ao conjunto. O revestimento interno também traz opções de cores bege e cinza.

Os três passageiros de trás viajam muito confortáveis, e todos contam com encostos de cabeça e cintos de segurança de três pontos. Há também saídas de ar-condicionado (digital), que ficam entre os bancos dianteiros, com botões de regulagem de temperatura. O GLK tem 2,75 metros de distância entre-eixos, 4,53 m de comprimento, 1,84 m de largura e 1,69 m de altura. Para as bagagens, há capacidade de 450 litros disponível no porta-malas, que pode ser ampliada para 1.550 litros com os bancos rebatidos.

Antes de iniciar a viagem, os desacostumados penam um pouco para encontrar o controle elétrico dos bancos, que ao invés de estarem na parte inferior dos assentos (motorista e passageiro), estão localizados nas portas, juntamente com os comandos dos vidros, travas e retrovisores. Mas depois de se adaptar ao sistema, você se pergunta por que não tinha pensado nisso antes, tamanha a facilidade e boa ergonomia. É possível ainda memorizar três posições diferentes dos bancos, para que o GLK se encarregue de ajustá-los automaticamente.

DESEMPENHO
Com motor V6 de 231 cavalos, movido a gasolina, o GLK atinge velocidade máxima de 210 km/h e precisa de apenas 7,6 segundos para chegar a 100 km/h. Isso quer dizer que nem mesmo os 1.830 quilos de peso do jipe (em ordem de marcha) tornam o clima moroso a bordo. Pelo contrário. Ele é tão ágil e divertido que às vezes não lembra um SUV. O torque máximo de 30,6 kgfm disponível a partir dos 2.500 rpm também ajuda a surpreender nas saídas e retomadas.

O câmbio 7G-Tronic, automático, seqüencial, de sete marchas, tem trocas quase imperceptíveis e também colabora na economia de combustível, já que o motor trabalha em baixas rotações em sétima marcha e, assim, consome menos gasolina. Segundo a Mercedes, o consumo médio do modelo é de 9,8 km/l - uma boa marca no mundo dos SUVs -, que também se justifica pelo baixo peso e bom coeficiente aerodinâmico (cx de 0,35) do GLK.

O ambiente interno é extremamente silencioso, seguindo a receita do Classe M, e o motorista quase não percebe que está acima dos 100 km/h - só mesmo o velocímetro para lembrar. Além do sossego aos ouvidos, os ocupantes não sentem as imperfeições do solo, graças à suspensão Agility Control, que controla mecanicamente a ação dos amortecedores dependendo das condições do piso. A tecnologia também adapta a suspensão à maneira de dirigir do motorista, deixando o GLK mais confortável ou firme em altas velocidades e curvas acentuadas. O resultado de tudo isso é um SUV estável, seguro e prazeroso de guiar.

Para quem gosta de off-road - e não tem dó de colocar o jipe de R$ 225 mil na lama -, aqui vai uma boa dica: a tração é integral nas quatro rodas e o GLK tem 201 mm de distância do solo, além de 21° de ângulo de saída e 23° de ângulo de entrada.

MERCADO
O GLK também é equipado com airbags duplos frontais, laterais nos bancos dianteiros e airbags de janela; freios a disco com ABS nas quatro rodas com sistema de assistência à frenagem (BAS), além de controle de estabilidade (ESP). O pacotão de equipamentos também inclui volante multifuncional, sensor de chuva, sistema de auxílio de estacionamento, rodas de liga-leve em 19 polegadas, saídas de escapamento cromadas, volante multifuncional em couro, entre diversos itens. Atrativo, o jipe da Mercedes enfrenta, no mercado nacional, a concorrência direta do BMW X3, que custa R$ 269 mil na versão equipada com motor 3.0 l, seis cilindros, de 230 cv, e R$ 229 mil no modelo com motor 2.5 litros, de 218 cv. Mas vem aí o Audi Q5, em maio, que promete sacudir o segmento dos utilitários compactos de luxo.


Fonte: CarSale

Novo audi A8 chega em 2010


Montadora confirma lançamento do sedã de luxo renovado

Um porta-voz da Audi confirmou ao site Automobilwoche o lançamento da nova geração do A8 para o ano que vem. “Nossa próxima bandeira de trabalho será em 2010”, disse. O modelo será lançado com dois motores a diesel e dois a gasolina. Entre eles estarão um 3.0 e o um 4.2 V8.

Ao contrário dos rivais BMW Série 7 e Mercedes Classe S, ele não terá uma versão híbrida. A Audi optou por melhorar o consumo de combustível do novo A8 com o uso do sistema Star-Stop, que desliga o motor quando o carro está parado e dá partida automaticamente quando o pedal do acelerador é acionado. Haverá ainda a opção esportiva S8, com motor 5.0 V10 FSI de 620 cavalos.

O A8 reestilizado também utilizará a segunda geração da carroceria de alumínio ASF, que utilizará o material na célula de sobrevivência com aço para reforço das áreas vulneráveis. É possível que o modelo seja apresentado no Salão de Frankfurt, em outubro.



Fonte: RevistaAutoEsporte

BMW X5 ao gosto da preparadora G-Power

Pacote de itens Typhoon dá mais potência e visual agressivo ao SUV

Enquando a versão M do BMW X5 não chega, preparadoras independentes cuidam da missão de melhorar a performance deste jipão. A versão Typhoon, criada pela alemã G-Power, traz, além do visual mais agressivo, um arrojado kit aerodinâmico e mais potência e torque para o motor 4.8 V8 por meio de alterações eletrônicas e introdução de componentes para uso esportivo.

Em nome do aumento da potência, a G-Power alterou a programação da central de gerenciamento eletrônico no motor, além de introduzir novo sistema de escape, com dupla saída no meio do pára-choque traseiro, e entradas de ar mais avantajadas. Tais modificações elevaram os 355 cv de potência e os 48,43 kgfm de torque do modelo original para 525 cv e 61,18 kgfm na versão customizada.

A lista de alterações visuais começa pelo parachoque frontal, que tem generosas entradas de ar na parte inferior. O traseiro também difere do original pelo desenho mais esportivo com destaque para a parte central, que abriga uma saída dupla de escape cromada. A lateral traz saias especiais com difusor aerodinâmico nos paralamas, e um aerofólio no alto da tampa do porta-malas completa o pacote aerodinâmico. A versão ainda conta com rodas de 22" e neon na parte externa do assoalho.

Segundo a preparadora, o X5 Typhoon acelera de 0 a 100 km/h em 5s0 e atinge 275 km/h. Comparado ao X5 V8 convencional, o modelo da G-Power é 1s2 mais rápido na prova de aceleração e 25 km/h mais veloz em velocidade final, já que modelo de fábrica é limitado a 250 km/h.


Fonte: Maxi.Terra

Livina começa a era bicombustível da Nissan


Os motores bicombustíveis chegaram ao mercado em 2003, com o Volkswagen Gol, e, de lá para cá, virou uma obrigação para quem quiser brigar para valer no mercado de automóveis. A Nissan acordou um pouco tarde para esta necessidade e, quase seis anos após o início da febre flex, estreia a tecnologia e lança a minivan Livina.

Fabricada no Brasil, na unidade de São José dos Pinhais (PR), o monovolume chega com motores de 1,6 litro e 1,8 litro, ambos de 16V. O menor é compartilhado com carros de Renault e tem 104 cv com gasolina e 108 cv com álcool a 5.750 rpm. O torque é de 14,9 kgfm (g) e 15,3 kgfm (a) a 3.750 giros. Os números são menores que nos co-irmãos da marca francesa em razão de uma adaptação no sistema de admissão que a Nissan precisou fazer para poder encaixar a mecânica no cofre.

Destaque, então, para o sistema de partida a frio. Como ainda não conta com a tecnologia E-Flex, adotada pelo Volkswagen Polo, a Nissan colocou a portinhola de abastecimento no pé do para-brisa. Com isso, não é preciso abrir o capô para colocar gasolina e, dessa forma, evitam-se riscos como o de a gasolina vazar sobre o motor quente. Em contrapartida, existe a possibilidade de o frentista deixar pingar combustível na lataria.

O maior motor, o 1.8, vem do Tiida e é responsável por 125 cv (g) e 126 cv (a) a 5.200 rpm e 17,5 kgfm de torque a 4.800 giros com os dois combustíveis. O propulsor 1.6 acompanha apenas câmbio manual de cinco marchas, da Renault. De acordo com a fabricante, a Livina mais barata acelera de 0 a 100 km/h em 11,7 segundos e alcança 183 km/h. O consumo divulgado é de 7,7 km/l na cidade e 10,5 km/l na estrada. Os números foram medidos com álcool.

Se o motorista não quiser mudar de marcha, tem de levar o 1.8 que vem com a caixa automática de quatro velocidades, também emprestado do hatch médio. Com combustível derivado de cana, o motor mais potente leva a minivan a 100 km/h em 10,7 segundos e chega a 182 km/h. Na cidade, precisa de um litro de álcool para rodar 7 km. Com a mesma quantidade, roda 10,3 quilômetros na estrada.

Preço e equipamentos para enfrentar rivais

Com preços a partir de R$ 46.690, a Nissan aposta no custo-benefício para emplacar sua minivan. A Livina de entrada vem com ar-condicionado, direção elétrica, trio elétrico e airbag para motorista. Com motor 1.8 e câmbio automático, a versão básica sobe para R$ 50.690. A versão SL acresce airbag duplo, freios ABS com distribuidor de frenagem, abertura das portas com controle remoto, revestimentos em veludo, faróis de neblina, rodas de liga-leve de 15 polegadas e CD-Player com entrada auxiliar. Com motor 1.6, custa R$ 51.490 e não sai por menos de R$ 56.690 com mecânica 1.8.

Outro ponto alto da Livina é o espaço interno. Baseada na plataforma da Renault Scénic, a minivan conta com espaço para cinco ocupantes (a Grand Livina, para sete, chega no meio do ano) e porta-malas de 449 litros. É o maior da categoria, que conta com Chevrolet Meriva (390 l), Honda Fit (384 l) e Fiat Idea (380 l). A Nissan também é dona das maiores dimensões, como comprimento de 4,18 m, largura de 1,69 m, altura de 1,57 m e entre-eixos de 2,60 m...


Fonte: iCarros

F-CELL, o Mercedes híbrido dos jovens


Estagiários criam conceito elétrico inspirado em modelo do século retrasado

A Mercedes-Benz decidiu inovar e, em vez de utilizar seus melhores profissionais para desenvolver um conceito, aproveitou as idéias de 150 estagiários. O objetivo era colocá-los à frente de um projeto consistente para que pudessem exercer diversas atividades na fábrica, desde a utilização de equipamentos variados de eletrônica até desenhar no estúdio de design da montadora alemã. Com isso, o grupo produziu o F-CELL, um conceito de carro elétrico do futuro.

Para o chefe de recursos humanos e de relações laborais da Mercedes-Benz, Günther Fleig, a atividade foi extremamente proveitosa: “Este projeto mostra que a mobilidade sustentável virou algo comum em nossa formação vocacional”. Ele acresceu que o número de jovens participantes também foi bom. “Fico feliz em ver a quantidade de faculdades que se mostraram interessadas em participar da criação do F-CELL”, afirmou.

O conceito tem total inspiração em um dos primeiros modelos produzidos pela montadora alemã, em 1886. Isso pode ser visto nas rodas finas e grandes, como nos carros do século retrasado. A marca faz questão de ressaltar que a carroceria, fabricada com fibra de carbono, resgata linhas de diversas fases de design da montadora.

Motorista e passageiro vão acomodados em dois bancos tipo concha e o sistema de direção é dos mais curiosos. Ao invés de um volante, o F-CELL é conduzido por meio de um joystick, semelhante aos utilizados em jogos eletrônicos. Atrás dos bancos está o propulsor, que utiliza sistema de células de eletricidade com emissão de poluentes zero. Ele possui 1,2 kW de potência e leva o carro aos 25 km/h de velocidade máxima, com autonomia de 350 km após recarregado.


Fonte: RevistaAutoEsporte

Novo Vulca S tem motor de 638 cv


O estúdio italiano Faralli & Mazantti (F & M) deu início às vendas de seu mais novo esportivo, o Vulca S, um supercupê 2+2, de estilo retrô, equipado com um motor 5.8 litros V10. Esse bloco é capaz de entregar nada menos que 638 cavalos de potência, a 7.500 rpm, e 64,2 kgfm de torque máximo, a 5.500 giros; além de ajudar o superesportivo a acelerar de 0 (zero) a 100 km/h, em 3,9 segundos, e atingir 335 km/h de velocidade máxima.

O Vulca S foi apresentado oficialmente no último dia 6, durante o Salone Internazionale del Lusso, um evento voltado ao mercado de produtos de luxo, realizado em Vicenza, na Itália. Ele é inspirado no carro-conceito GT, também desenvolvido pela empresa, e possui estrutura de alumínio toda trabalhada artesanalmente. O nome Vulca é uma homenagem ao escultor Vulca da Veio, um dos mais famosos artesãos etruscos, e que viveu entre os anos 520 e 550 antes de Cristo.

O superesportivo da F&M mede 4,83 metros de comprimento, 2 m, de largura, 1,35 m, de altura, e 2,78 m, de distância entreeixos. As rodas, por sua vez, medem 21 polegadas, mas podem ter 20 polegadas de aro, opcionalmente. A empresa pretende produzir apenas 10 exemplares do Vulca S devidamente numerados.

O superesportivo é equipado com conjunto óptico com diodos emissores de luz (leds) no lugar de lâmpadas, duas saídas duplas de escapamento e revestimento interno de couro. A cabine traz ainda um sistema de informações da AIM Sportline, empresa italiana especializada na fabricação de equipamentos computadorizados para automóveis.

Dispositivo de áudio de última geração, acabamento de madeira, assentos esportivos e dois monitores de LCD, também fazem parte do pacote de itens do veículo. O painel de instrumentos do Vulca S não possui mostradores. Além da velocidade e do contagiros, todos os dados são exibidos em um display posicionado no centro do console, como nos modelos da Citroën vendidos no Brasil. O preço do modelo não foi revelado.

A F&M é conhecida por restaurar automóveis clássicos e por fabricar o Antas GT, um cupê esportivo equipado com um motor 4.8 l V8 oriundo da Maserati. O Antas GT foi um dos carros utilizados no filme Speed Racer, exibido no ano passado nos cinemas.


Fonte: CarSale

Kia mostra Cerato híbrido


Com carroceria verde limão, sedã tem motor movido a gás e eletricidade

A Kia apresentou na Coréia do Sul algo até então novo para a sua linha de veículos, um modelo híbrido, movido a combustão e eletricidade. O sedã Cerato foi escolhido como base para adotar a nova tecnologia da coreana, chamada de EcoDynamics.

As primeiras diferenças em relação à versão convencional são vistas na carroceria, que recebeu uma extravagante pintura na cor verde limão. Além disso, para-choque e lanternas também são diferentes. A grade dianteira leva o logo Eco e denuncia a presença de um motor que respeita o meio ambiente.

Segundo a Kia, o propulsor 1.6 rende 114 cavalos e funciona com gás natural, o popular GNV que um dia esteve em alta no Brasil. Ao lado dele está um motor elétrico com 20 cv de potência. De acordo com a montadora, a utilização dos dois propulsores rende uma média de consumo de 17,2 km/l. O Forte LPI, nome dado ao sedã na Coréia, tem baterias da LG e será vendido até o final deste ano por lá.



Fonte: RevistaAutoEsporte

Hyundai prepara concorrente para o Prius


A Hyundai revelou nesta quarta-feira (25), as primeiras imagens de seu novo veículo híbrido, o protótipo Blue Will. A divulgação das informações sobre o modelo acontece um dia após a Kia Motors mostrar seu primeiro modelo híbrido de produção, o Forte LPI Hybrid, movido a gás liquefeito de petróleo (GLP).

Assim como o concorrente da Kia, o conceito Blue Will fará sua estreia no Salão do Automóvel de Seul, na Coréia do Sul, que terá início na próxima semana. O modelo traz uma avançada tecnologia híbrida semelhante à empregada no Toyota Prius e no recém-lançado Honda Insight. O conjunto motriz do Blue Will integra um motor 1.6 litro, a gasolina, construído em alumínio, combinado a um gerador elétrico de 135 cavalos de potência.

A energia que move o carro fica armazenada em um pacote compacto de baterias de polímeros de lítio, localizado junto ao tanque de combustível, sob o banco traseiro, para otimizar o espaço de carga. O grupo Hyundai será o primeiro fabricante de automóveis a produzir em massa esse tipo de bateria, e que também será utilizado pelas versões híbridas do sedã Elantra, também da Hyundai, e pelo Kia Forte, quando eles começarem a ser vendidos na Coréia do Sul, ainda neste ano.

Outros destaques do Blue Will ficam por conta da utilização de plástico biodegradável no interior e na cobertura do motor e o teto panorâmico, que possui células aptas a captar energia solar para as baterias sem interferir na visibilidade. As molduras dos faróis são feitos de plástico oriundos de garrafas plásticas PET de refrigerantes.



Fonte: CarSale

Volkswagen Golf GTI

Mais potente e moderno, o esportivo deve seguir cativando uma legião fiel de admiradores

Assim que a Volkswagen anunciou o lançamento da sexta geração do Golf, começou a expectativa em torno do novo GTI. O suspense acabou em setembro de 2008, quando o carro foi exibido na forma de conceito no Salão de Paris, mas só agora é que a marca oficializou a chegada do esportivo à Europa.

Praticamente idêntico ao protótipo exibido na capital francesa, o hatchback ficou ainda mais nervoso do que a geração anterior. Seu grande destaque é o motor 2.0 TFSI, capaz de gerar 210 cv. Apesar de ser apenas 10 cv mais forte do que seu antecessor, o Golf VI acelera de 0 a 100 km/h em 6,9 segundos e atinge a velocidade máxima de 240 km/h.

Além do coração, outro triunfo do GTI é o Dynamic Chassis Control, ou simplesmente DCC. O sistema permite ao motorista optar entre três tipos de ajustes, chamados de Comfort, Normal e Sport. Cada um dos modos altera a configuração dos amortecedores pneumáticos e também influencia nas respostas da direção. O conjunto ainda pode ser combinado com a transmissão de dupla embreagem (DSG) opcional, aumentando o prazer ao dirigir.

Já a segurança é garantida pelo Controle de Estabilidade (ESP), que age em conjunto com o inédito Bloqueio Eletrônico do Diferencial, chamado de XDS. Basicamente, a tecnologia impede que o veículo saia de traseira em situações extremas, garantindo que o carro fique grudado no chão. Os freios também foram retrabalhados em relação às versões mais “pacatas” do Golf.

A parte estética também não foi deixada de lado pelos alemães. O visual invocado do Golf foi realçado ainda mais por detalhes como a máscara negra nos faróis de bi-xenônio direcionais e a grade exclusiva, que é adornada por um discreto friso vermelho. Os tradicionais logotipos que identificam a versão também marcam presença.

Os para-choques diferenciados e as belas rodas de 17 polegadas chamam a atenção, bem como as duas ponteiras de escape na traseira. O toque de esportividade continua no interior do GTI. Os bancos revestidos em couro são do tipo concha e possuem detalhes em tecido xadrez, enquanto que o volante possui uma base achatada e formato anatômico.

Com tantos predicados, o GTI tem tudo para manter uma tradição que já dura mais de três décadas. Resta saber apenas se os brasileiros também terão o privilégio de dirigir a sexta geração do GTI, já que a fabricação do novo Golf ainda não está confirmada por aqui.

Tata Nano chega ao mercado mundial por US$ 1979,00

Como você julga um carro de US$ 1979,00? Com o que você o compara, quando nunca houve algo igual antes? O Tata Nano não é apenas um carro novo, mas um novo tipo de carro. Há cinco anos, Ratan Tata decidiu que a sua companhia fabricaria e venderia um carro pela metade do custo do carro mais barato na Índia – um antigo clone da Suzuki cujos custos de desenvolvimento foram recuperados décadas atrás – e um quarto do custo do carro mais barato na Europa. Agora está quase pronto. Então julgando o resultado, você começa com a visão de que, por ser um carro, deveria ser comparado pelo conforto e recursos de outros que custa duas vezes mais que ele? Ou você começa pelo preço, e uma suposição de que qualquer coisa que oferece quatro rodas, quatro portas e um teto pelo dinheiro de uma lambreta deve ser uma boa coisa?

Pelo contrário, não pense assim e tenha o mesmo salto no pensamento que o chefe e engenheiros da Tata tiveram. Elimine seus preconceitos, suas noções de valor e daquilo que faz um carro – não é fácil. Mas guarde o seu preconceito e acharemos que você concordará que é uma coisa nova extraordinariamente importante e esperta.

Nós iremos direto ao por que em um momento. Primeiro, um pequeno contexto. Escute Ratan Tata falar sobre seu bebê. Soa mais como um projeto social do que um empreendimento comercial. A cada ano, 130.000 pessoas são mortas nas estradas da Índia, mas somente 15% delas morrem em carros, ônibus ou caminhões. Muitas mais são varridas de suas bicicletas ou lambretas. Com bastante frequência, famílias de 4 pessoas viajam juntas em uma motocicleta; as consequências de um acidente dificilmente precisam de uma explicação. A Tata quer construir um carro que essas pessoas que atualmente andam sobre duas rodas possam pagar razoavelmente.

Isso é fundamental. O Nano não foi projetado para bater preços de carros existentes, mas para tornar possível para centenas de milhões de pessoas proprietárias de um veículo, as quais não anteriormente. Se funcionar, terá um impacto tremendo nos registros de segurança de estradas na acute;ndia. E também vai piorar o seu congestionamento e a poluição. E se preencher uma fração do seu potencial de vendas na Índia e outros mercados emergentes, fará com que a aquisição da Jaguar e Land Rover, por parte da Tata Motors, seja uma pequena distração.

A revista CAR foi para a Índia e viu mais do Nano do que ninguém. Podemos dizer para você como eles fizeram com que o carro ficasse tão barato e o que estão fazendo para prepará-lo para a Europa. Ninguém chegou tão perto.

Primeiro o básico. Quando começamos reportagens sobre esse carro há três anos, nossas fontes nos disseram para esperar por algo totalmente diferente de um carro, possivelmente sem vidros ou portas e com um teto de lona; algo como um Citroën Mehari contemporâneo. Desde a sua apresentação no salão de automóveis de Nova Delhi em janeiro de 2008, sabemos que é um monobloco de aço, e com quatro portas. Ele se parece suspeitamente com um carro normal.

Agora que nós nos sentamos dentro de uma cabine de produção, estamos contentes em reportar que se parece mesmo com um carro aqui também. Os engenheiros dizem que estão muito orgulhosos a respeito da maneira de como eles maximizaram o espaço, e isso é incrível. O 1,6 m de altura do Nano disfarça o seu comprimento; mais de perto é maior do que parece nas fotos, embora dificilmente passe de 3,1 m, ou 60 cm a mais que um Smart. Mas porque o conjunto mecânico é tão pequeno e as extremidades dianteira e traseira são tão largas e verticais, virtualmente o seu comprimento inteiro é espaço útil da cabine. É imenso por dentro, com um espaço traseiro considerável. O banco traseiro do Nano pode levar três passageiros, e uma pessoa de 1,80 m pode sentar atrás de outra com espaço para a cabeça e para o joelho.

Assim as comparações padrão terminam. Para economizar em peças prensadas, dobradiças e fechos, não existe janela traseira. Para ter acesso ao porta-malas de 100 litros ou 50 kg, você puxa para frente os bancos traseiros; uma janela de vidro pode ser oferecida como uma opção. Os engenheiros ficam tristes por quão barato poderia ter sido com duas portas, mas os compradores indianos não comprariam. Há somente um limpador de para-brisa e um retrovisor.

O tanque de combustível de 15 litros é pequeno, mas, com média de 25 km/l, como a fábrica afirma que o carro vai fazer, sua autonomia é de 375 km. Ele fica abaixo dos bancos dianteiros, mas você vai procurar em vão por uma tampa do tanque de combustível. Novamente, muitas peças prensadas, dobradiças, fechos; em vez de fechaduras ou fechos, há um funil de plástico sob o pequeno tampão dianteiro junto com recipiente do limpador, estepe de tamanho original, freios simples (não são ABS), sistema de direção de cremalheira e pinhão mecânica, sem assistência, e nada muito além. Você não precisa de auxílio de potência quando o carro pesar somente 600 kg; menos coisas, menos peso e menos custos fazem um círculo virtuoso impressionante.

O motor inteiro – 624 cc, dois cilindros, 33 cv – e o conjunto da suspensão traseira são presos a um quadro e fixados com apenas quatro parafusos. Reduzir o custo de fabricação é tão importante como reduzir os custos das peças; as rodas de 12 polegadas são presas com três parafusos, em vez dos quatro comuns.

Haverá três versões de acabamento, com o modelo básico disponível em três cores sólidas. O seu interior é extremamente simples, mas surpreendentemente bem feito e o faz lembrar de como realmente precisamos de pouca coisa em uma cabine. Os bancos foram projetados com o mínimo possível de revestimento, mas permanecem confortáveis. O painel de instrumentos possui um pouco mais do que um volante sem airbag, um velocímetro central (para cortar o custo da versão para a direção no lado esquerdo ), mas é feito de um plástico incrivelmente grosso e de boa aparência.

Para cortar custos de fabricação não existem opções; você escolhe somente um dos três níveis de acabamento, mas se você quiser adicionar ar-condicionado para o modelo básico posteriormente, ou desejar algum luxo como mais um retrovisor lateral, rodas 12 polegadas de liga leve, aquecedor ou um rádio, o seu vendedor vai atendê-lo.

Se tudo isso fizer com o Tata Nano soe muito com um carro real, é porque é exatamente como ele se parece e sente. A grande questão é se ele irá rodar como um carro real. Fomos levados para dirigir um protótipo com três engenheiros da Tata a bordo – 33 cv parece o suficiente para mover um os 600 kg do carro. O motor é notado por algo entre um pequeno ruído e um sinal sonoro. A caixa de câmbio de quatro marchas tem engates duros e desconfortáveis. Mas nosso motorista mostra que o Nano tem aceleração suficiente para acompanhar o tráfego urbano, e potência suficiente para viajar na estrada. A velocidade máxima é de 104 km/h.

A carroceria alta e estreita faz com que o Nano se incline bastante nas curvas, mas não chega a comprometer a estabilidade. O carro roda suavemente, e a suspensão absorve bem as irregularidades do asfalto, e o ruído e a vibração do motor chegam a incomodar. Importante lembrar que esse é somente um protótipo.

E ele pode ficar ainda melhor. A Tata está estudando motores mais potentes, a gasolina e três cilindros, turbo diesel common rail, e ainda um câmbio com cinco marchas e uma automática. Seus investimentos na companhia norueguesa de carros elétricos Miljo e na francesa MDI, inventora do carro a ar comprimido, significa que em breve o Nano poderá rodar com esses sistemas. Para a Europa, desenvolve a possibilidade de incluir airbags, ABS, controle de estabilidade, mais proteções laterais e emissões padrão Euro V. E certamente custará mais. Ah sim, o custo. Fabricar um carro pela metade do que foi imaginado anteriormente não seria fácil, e o grande aumento dos custos de energia e materiais durante a geração do Nano deve ter quase o tornado impossível. Quando um carro é barato assim, a proporção do seu valor contado pelos seus simples materiais se torna muito maior. Esses custos baixaram nos últimos meses, mas então o protesto de fazendeiros despejados pela nova fábrica da Tata na região West Bengal, a forçaram a dar um passo extraordinário em abandonar a instalação e iniciar uma nova a partir do zero em Gujarat. Não estará pronto antes de no mínimo um ano; enquanto isso, a produção vai começar em uma das outras fábricas da Tata, cinco meses atrasadas.

Então, se custar 100.000 rupees (moeda indiana), ou o equivalente a US$ 3 mil quando finalmente for posto à venda em torno de março, ficaríamos surpresos. A Tata não vai se comprometer com isso publicamente, dizendo que isso ainda é a sua meta, e que você terá que acrescentar impostos e mais a margem do vendedor. Os compradores indianos terão de pagar US$ 3,5 mil. Mas eles estarão satisfeitos, e nós também. O Nano é um dos carros mais espertos e significativos nos últimos anos.


Fonte: CarMagazine

Fiat lança Siena EL por R$ 28.900


A Fiat lançou ontem (23) a versão EL do Siena. Com motor de 1,0 litro, o modelo surge como resposta ao Chevrolet Prisma 1.0. O sedã vem com a frente antiga do Palio, com farol de apenas uma parábola, mas tem direção hidráulica e computador de bordo de série. O Siena EL chega por R$ 28.900.

O propulsor 1.0 rende 73 cv com gasolina e 75 cv com álcool, e já equipa as versões Fire e ELX do Siena, entre outros modelos da marca. A nova versão não substitui a Fire, que continua à venda com visual antigo por R$ 26.290.




Fonte: iCarros


Audi A4 allroad quattro


A Audi apresentou a versão aventureira do A4 Avant: o A4 Allroad quattro. O modelo começa a ser vendido na Europa em julho com preço a partir de 37.100 euros (R$ 113.231). Por este valor, o comprador adquire um carro que vem de série com rodas de 17 polegadas e tração integral, de onde vem o nome ‘quattro’ da Audi.

O carro tem três opções de motorização, todas dotadas de turbo e injeção direta de combustível: 2.0 TFSI a gasolina de 212 cv; 2.0 TDI a diesel de 171 cv; e o topo da linha: um 3.0 V6 TDI a diesel de 242 cv de potência.

O A4 allroad quattro conta com alguns diferenciais para o uso no fora-de-estrada: com rodas grandes e altura elevada, há uma maior distância do solo. A tração quattro se encarrega de tirar o carro de situações difíceis. O modelo também tem a bitola (distância entre as rodas de um mesmo eixo) 20 mm mais largo que o A4 Avant convencional. Não há previsão de venda do modelo no Brasil, já que, por aqui, ele concorreria com o Q5, lançamento da marca alemã aguardado para o primeiro semestre.


Fonte: iCarros

Contran deve tornar freio ABS obrigatório a partir de 2010


Na semana passada, o governo federal aprovou a obrigatoriedade do airbag duplo (bolsa de ar para motorista e passageiro da frente, que protege os ocupantes durante uma colisão) em todos os carros de passeio e utilitários nacionais. Em abril, o Contran deverá soltar uma resolução que torna também o freio ABS (sistema eletrônico que impede o travamento das rodas em frenagens de emergência) como item de fábrica. Esses dois equipamentos passarão a ser oferecidos em conjunto em novos projetos de veículos no país, a partir de 2010, até atingir a totalidade da produção em 2014.

Somados, eles deverão representar um acréscimo no valor final do carro popular de R$ 2.800 (calculado aos custos atuais), de acordo com especialistas. Ou seja, em torno de 10% do preço (de hoje) de um VW Gol ou Ford Fiesta. Chega a assustar o consumidor. Mas, a tendência é que, com o emprego maciço desses componentes, o seu custo industrial caia ao longo dos próximos cinco anos. Em pensar, que esses sistemas custavam juntos R$ 5.000 até pouco tempo atrás…

Se prevalecer a lógica de mercado, a indústria de automóveis deve começar a instalar a dupla airbag e ABS de série primeiro nos modelos de maior valor, deixando os carros mais populares para próximo de 2014, quando expira o prazo final dado aos fabricantes.

A oferta desses equipamentos nos veículos nacionais já era pedida há muitos anos não só por especialistas em segurança como também pelo consumidor.

Para não perder compradores de seus modelos, a indústria automotiva deverá intensificar programas de redução de custos não só de equipamentos como também de projetos. A cada R$ 500 a R$ 1.000 de aumento no preço dos carros milhares de consumidores são afastados do mercado.


Fonte: Blogautoestrada

Você compraria o utilitário Rural Willys 2010?


Designer recria o famoso jipe que fez sucesso há mais de 30 anos

Lançado em 1946 nos Estados Unidos, o jipe Rural Willys chegou ao Brasil em 1958, quando teve mais de 182 mil unidades fabricadas em território nacional em 19 anos de vida. Conhecido pela polivalência, o jipe caiu no gosto de muitos brasileiros, tendo grande parte da frota hoje nas mãos de colecionadores. A admiração pelo carro fez com que o designer Eduardo de Oliveira, famoso pelo blog Irmão do Décio, desenvolvesse a Rural do futuro.

Responsável pelas sugestões de desenhos contemporânes do Galaxie e da Brasília, Du, como é conhecido, pensou também no Rural Willys 2010: "Me inspirei nos utilitários da atualidade, mas sem deixar de lado as características da antiga Rural, como o capô, a grade em forma de ‘V’ e as pequenas lanternas”, explica. Na lista de concorrentes, a Rural teria modelos como o Chevrolet Captiva, Hyundai Tucson e Kia Sportage.

Antigamente, o Rural vinha equipado com motor de 2.6 litros e 90 cv. Depois de ser nacionalizado por inteiro, ganhou frente exclusiva inspirada no Palácio da Alvorada, em Brasília. Em 1970, a Ford assumiu a produção do jipão, que ganhou motor 3.0 de 132 cv. Para Du, o ideal para a Rural 2010 seria um propulsor 3.0 a diesel da Ranger, com 163 cv de potência. “A montadora também poderia disponibilizar diversas opções de duas cores e uma versão com estepe na tampa. Mas essas alterações, ficam para a primeira reestilização”, finaliza o designer.


Fonte: RevistaAutoEsporte