terça-feira, 31 de março de 2009

Hyundai prepara concorrente para o Prius


A Hyundai revelou nesta quarta-feira (25), as primeiras imagens de seu novo veículo híbrido, o protótipo Blue Will. A divulgação das informações sobre o modelo acontece um dia após a Kia Motors mostrar seu primeiro modelo híbrido de produção, o Forte LPI Hybrid, movido a gás liquefeito de petróleo (GLP).

Assim como o concorrente da Kia, o conceito Blue Will fará sua estreia no Salão do Automóvel de Seul, na Coréia do Sul, que terá início na próxima semana. O modelo traz uma avançada tecnologia híbrida semelhante à empregada no Toyota Prius e no recém-lançado Honda Insight. O conjunto motriz do Blue Will integra um motor 1.6 litro, a gasolina, construído em alumínio, combinado a um gerador elétrico de 135 cavalos de potência.

A energia que move o carro fica armazenada em um pacote compacto de baterias de polímeros de lítio, localizado junto ao tanque de combustível, sob o banco traseiro, para otimizar o espaço de carga. O grupo Hyundai será o primeiro fabricante de automóveis a produzir em massa esse tipo de bateria, e que também será utilizado pelas versões híbridas do sedã Elantra, também da Hyundai, e pelo Kia Forte, quando eles começarem a ser vendidos na Coréia do Sul, ainda neste ano.

Outros destaques do Blue Will ficam por conta da utilização de plástico biodegradável no interior e na cobertura do motor e o teto panorâmico, que possui células aptas a captar energia solar para as baterias sem interferir na visibilidade. As molduras dos faróis são feitos de plástico oriundos de garrafas plásticas PET de refrigerantes.



Fonte: CarSale

Volkswagen Golf GTI

Mais potente e moderno, o esportivo deve seguir cativando uma legião fiel de admiradores

Assim que a Volkswagen anunciou o lançamento da sexta geração do Golf, começou a expectativa em torno do novo GTI. O suspense acabou em setembro de 2008, quando o carro foi exibido na forma de conceito no Salão de Paris, mas só agora é que a marca oficializou a chegada do esportivo à Europa.

Praticamente idêntico ao protótipo exibido na capital francesa, o hatchback ficou ainda mais nervoso do que a geração anterior. Seu grande destaque é o motor 2.0 TFSI, capaz de gerar 210 cv. Apesar de ser apenas 10 cv mais forte do que seu antecessor, o Golf VI acelera de 0 a 100 km/h em 6,9 segundos e atinge a velocidade máxima de 240 km/h.

Além do coração, outro triunfo do GTI é o Dynamic Chassis Control, ou simplesmente DCC. O sistema permite ao motorista optar entre três tipos de ajustes, chamados de Comfort, Normal e Sport. Cada um dos modos altera a configuração dos amortecedores pneumáticos e também influencia nas respostas da direção. O conjunto ainda pode ser combinado com a transmissão de dupla embreagem (DSG) opcional, aumentando o prazer ao dirigir.

Já a segurança é garantida pelo Controle de Estabilidade (ESP), que age em conjunto com o inédito Bloqueio Eletrônico do Diferencial, chamado de XDS. Basicamente, a tecnologia impede que o veículo saia de traseira em situações extremas, garantindo que o carro fique grudado no chão. Os freios também foram retrabalhados em relação às versões mais “pacatas” do Golf.

A parte estética também não foi deixada de lado pelos alemães. O visual invocado do Golf foi realçado ainda mais por detalhes como a máscara negra nos faróis de bi-xenônio direcionais e a grade exclusiva, que é adornada por um discreto friso vermelho. Os tradicionais logotipos que identificam a versão também marcam presença.

Os para-choques diferenciados e as belas rodas de 17 polegadas chamam a atenção, bem como as duas ponteiras de escape na traseira. O toque de esportividade continua no interior do GTI. Os bancos revestidos em couro são do tipo concha e possuem detalhes em tecido xadrez, enquanto que o volante possui uma base achatada e formato anatômico.

Com tantos predicados, o GTI tem tudo para manter uma tradição que já dura mais de três décadas. Resta saber apenas se os brasileiros também terão o privilégio de dirigir a sexta geração do GTI, já que a fabricação do novo Golf ainda não está confirmada por aqui.

Tata Nano chega ao mercado mundial por US$ 1979,00

Como você julga um carro de US$ 1979,00? Com o que você o compara, quando nunca houve algo igual antes? O Tata Nano não é apenas um carro novo, mas um novo tipo de carro. Há cinco anos, Ratan Tata decidiu que a sua companhia fabricaria e venderia um carro pela metade do custo do carro mais barato na Índia – um antigo clone da Suzuki cujos custos de desenvolvimento foram recuperados décadas atrás – e um quarto do custo do carro mais barato na Europa. Agora está quase pronto. Então julgando o resultado, você começa com a visão de que, por ser um carro, deveria ser comparado pelo conforto e recursos de outros que custa duas vezes mais que ele? Ou você começa pelo preço, e uma suposição de que qualquer coisa que oferece quatro rodas, quatro portas e um teto pelo dinheiro de uma lambreta deve ser uma boa coisa?

Pelo contrário, não pense assim e tenha o mesmo salto no pensamento que o chefe e engenheiros da Tata tiveram. Elimine seus preconceitos, suas noções de valor e daquilo que faz um carro – não é fácil. Mas guarde o seu preconceito e acharemos que você concordará que é uma coisa nova extraordinariamente importante e esperta.

Nós iremos direto ao por que em um momento. Primeiro, um pequeno contexto. Escute Ratan Tata falar sobre seu bebê. Soa mais como um projeto social do que um empreendimento comercial. A cada ano, 130.000 pessoas são mortas nas estradas da Índia, mas somente 15% delas morrem em carros, ônibus ou caminhões. Muitas mais são varridas de suas bicicletas ou lambretas. Com bastante frequência, famílias de 4 pessoas viajam juntas em uma motocicleta; as consequências de um acidente dificilmente precisam de uma explicação. A Tata quer construir um carro que essas pessoas que atualmente andam sobre duas rodas possam pagar razoavelmente.

Isso é fundamental. O Nano não foi projetado para bater preços de carros existentes, mas para tornar possível para centenas de milhões de pessoas proprietárias de um veículo, as quais não anteriormente. Se funcionar, terá um impacto tremendo nos registros de segurança de estradas na acute;ndia. E também vai piorar o seu congestionamento e a poluição. E se preencher uma fração do seu potencial de vendas na Índia e outros mercados emergentes, fará com que a aquisição da Jaguar e Land Rover, por parte da Tata Motors, seja uma pequena distração.

A revista CAR foi para a Índia e viu mais do Nano do que ninguém. Podemos dizer para você como eles fizeram com que o carro ficasse tão barato e o que estão fazendo para prepará-lo para a Europa. Ninguém chegou tão perto.

Primeiro o básico. Quando começamos reportagens sobre esse carro há três anos, nossas fontes nos disseram para esperar por algo totalmente diferente de um carro, possivelmente sem vidros ou portas e com um teto de lona; algo como um Citroën Mehari contemporâneo. Desde a sua apresentação no salão de automóveis de Nova Delhi em janeiro de 2008, sabemos que é um monobloco de aço, e com quatro portas. Ele se parece suspeitamente com um carro normal.

Agora que nós nos sentamos dentro de uma cabine de produção, estamos contentes em reportar que se parece mesmo com um carro aqui também. Os engenheiros dizem que estão muito orgulhosos a respeito da maneira de como eles maximizaram o espaço, e isso é incrível. O 1,6 m de altura do Nano disfarça o seu comprimento; mais de perto é maior do que parece nas fotos, embora dificilmente passe de 3,1 m, ou 60 cm a mais que um Smart. Mas porque o conjunto mecânico é tão pequeno e as extremidades dianteira e traseira são tão largas e verticais, virtualmente o seu comprimento inteiro é espaço útil da cabine. É imenso por dentro, com um espaço traseiro considerável. O banco traseiro do Nano pode levar três passageiros, e uma pessoa de 1,80 m pode sentar atrás de outra com espaço para a cabeça e para o joelho.

Assim as comparações padrão terminam. Para economizar em peças prensadas, dobradiças e fechos, não existe janela traseira. Para ter acesso ao porta-malas de 100 litros ou 50 kg, você puxa para frente os bancos traseiros; uma janela de vidro pode ser oferecida como uma opção. Os engenheiros ficam tristes por quão barato poderia ter sido com duas portas, mas os compradores indianos não comprariam. Há somente um limpador de para-brisa e um retrovisor.

O tanque de combustível de 15 litros é pequeno, mas, com média de 25 km/l, como a fábrica afirma que o carro vai fazer, sua autonomia é de 375 km. Ele fica abaixo dos bancos dianteiros, mas você vai procurar em vão por uma tampa do tanque de combustível. Novamente, muitas peças prensadas, dobradiças, fechos; em vez de fechaduras ou fechos, há um funil de plástico sob o pequeno tampão dianteiro junto com recipiente do limpador, estepe de tamanho original, freios simples (não são ABS), sistema de direção de cremalheira e pinhão mecânica, sem assistência, e nada muito além. Você não precisa de auxílio de potência quando o carro pesar somente 600 kg; menos coisas, menos peso e menos custos fazem um círculo virtuoso impressionante.

O motor inteiro – 624 cc, dois cilindros, 33 cv – e o conjunto da suspensão traseira são presos a um quadro e fixados com apenas quatro parafusos. Reduzir o custo de fabricação é tão importante como reduzir os custos das peças; as rodas de 12 polegadas são presas com três parafusos, em vez dos quatro comuns.

Haverá três versões de acabamento, com o modelo básico disponível em três cores sólidas. O seu interior é extremamente simples, mas surpreendentemente bem feito e o faz lembrar de como realmente precisamos de pouca coisa em uma cabine. Os bancos foram projetados com o mínimo possível de revestimento, mas permanecem confortáveis. O painel de instrumentos possui um pouco mais do que um volante sem airbag, um velocímetro central (para cortar o custo da versão para a direção no lado esquerdo ), mas é feito de um plástico incrivelmente grosso e de boa aparência.

Para cortar custos de fabricação não existem opções; você escolhe somente um dos três níveis de acabamento, mas se você quiser adicionar ar-condicionado para o modelo básico posteriormente, ou desejar algum luxo como mais um retrovisor lateral, rodas 12 polegadas de liga leve, aquecedor ou um rádio, o seu vendedor vai atendê-lo.

Se tudo isso fizer com o Tata Nano soe muito com um carro real, é porque é exatamente como ele se parece e sente. A grande questão é se ele irá rodar como um carro real. Fomos levados para dirigir um protótipo com três engenheiros da Tata a bordo – 33 cv parece o suficiente para mover um os 600 kg do carro. O motor é notado por algo entre um pequeno ruído e um sinal sonoro. A caixa de câmbio de quatro marchas tem engates duros e desconfortáveis. Mas nosso motorista mostra que o Nano tem aceleração suficiente para acompanhar o tráfego urbano, e potência suficiente para viajar na estrada. A velocidade máxima é de 104 km/h.

A carroceria alta e estreita faz com que o Nano se incline bastante nas curvas, mas não chega a comprometer a estabilidade. O carro roda suavemente, e a suspensão absorve bem as irregularidades do asfalto, e o ruído e a vibração do motor chegam a incomodar. Importante lembrar que esse é somente um protótipo.

E ele pode ficar ainda melhor. A Tata está estudando motores mais potentes, a gasolina e três cilindros, turbo diesel common rail, e ainda um câmbio com cinco marchas e uma automática. Seus investimentos na companhia norueguesa de carros elétricos Miljo e na francesa MDI, inventora do carro a ar comprimido, significa que em breve o Nano poderá rodar com esses sistemas. Para a Europa, desenvolve a possibilidade de incluir airbags, ABS, controle de estabilidade, mais proteções laterais e emissões padrão Euro V. E certamente custará mais. Ah sim, o custo. Fabricar um carro pela metade do que foi imaginado anteriormente não seria fácil, e o grande aumento dos custos de energia e materiais durante a geração do Nano deve ter quase o tornado impossível. Quando um carro é barato assim, a proporção do seu valor contado pelos seus simples materiais se torna muito maior. Esses custos baixaram nos últimos meses, mas então o protesto de fazendeiros despejados pela nova fábrica da Tata na região West Bengal, a forçaram a dar um passo extraordinário em abandonar a instalação e iniciar uma nova a partir do zero em Gujarat. Não estará pronto antes de no mínimo um ano; enquanto isso, a produção vai começar em uma das outras fábricas da Tata, cinco meses atrasadas.

Então, se custar 100.000 rupees (moeda indiana), ou o equivalente a US$ 3 mil quando finalmente for posto à venda em torno de março, ficaríamos surpresos. A Tata não vai se comprometer com isso publicamente, dizendo que isso ainda é a sua meta, e que você terá que acrescentar impostos e mais a margem do vendedor. Os compradores indianos terão de pagar US$ 3,5 mil. Mas eles estarão satisfeitos, e nós também. O Nano é um dos carros mais espertos e significativos nos últimos anos.


Fonte: CarMagazine

Fiat lança Siena EL por R$ 28.900


A Fiat lançou ontem (23) a versão EL do Siena. Com motor de 1,0 litro, o modelo surge como resposta ao Chevrolet Prisma 1.0. O sedã vem com a frente antiga do Palio, com farol de apenas uma parábola, mas tem direção hidráulica e computador de bordo de série. O Siena EL chega por R$ 28.900.

O propulsor 1.0 rende 73 cv com gasolina e 75 cv com álcool, e já equipa as versões Fire e ELX do Siena, entre outros modelos da marca. A nova versão não substitui a Fire, que continua à venda com visual antigo por R$ 26.290.




Fonte: iCarros


Audi A4 allroad quattro


A Audi apresentou a versão aventureira do A4 Avant: o A4 Allroad quattro. O modelo começa a ser vendido na Europa em julho com preço a partir de 37.100 euros (R$ 113.231). Por este valor, o comprador adquire um carro que vem de série com rodas de 17 polegadas e tração integral, de onde vem o nome ‘quattro’ da Audi.

O carro tem três opções de motorização, todas dotadas de turbo e injeção direta de combustível: 2.0 TFSI a gasolina de 212 cv; 2.0 TDI a diesel de 171 cv; e o topo da linha: um 3.0 V6 TDI a diesel de 242 cv de potência.

O A4 allroad quattro conta com alguns diferenciais para o uso no fora-de-estrada: com rodas grandes e altura elevada, há uma maior distância do solo. A tração quattro se encarrega de tirar o carro de situações difíceis. O modelo também tem a bitola (distância entre as rodas de um mesmo eixo) 20 mm mais largo que o A4 Avant convencional. Não há previsão de venda do modelo no Brasil, já que, por aqui, ele concorreria com o Q5, lançamento da marca alemã aguardado para o primeiro semestre.


Fonte: iCarros

Contran deve tornar freio ABS obrigatório a partir de 2010


Na semana passada, o governo federal aprovou a obrigatoriedade do airbag duplo (bolsa de ar para motorista e passageiro da frente, que protege os ocupantes durante uma colisão) em todos os carros de passeio e utilitários nacionais. Em abril, o Contran deverá soltar uma resolução que torna também o freio ABS (sistema eletrônico que impede o travamento das rodas em frenagens de emergência) como item de fábrica. Esses dois equipamentos passarão a ser oferecidos em conjunto em novos projetos de veículos no país, a partir de 2010, até atingir a totalidade da produção em 2014.

Somados, eles deverão representar um acréscimo no valor final do carro popular de R$ 2.800 (calculado aos custos atuais), de acordo com especialistas. Ou seja, em torno de 10% do preço (de hoje) de um VW Gol ou Ford Fiesta. Chega a assustar o consumidor. Mas, a tendência é que, com o emprego maciço desses componentes, o seu custo industrial caia ao longo dos próximos cinco anos. Em pensar, que esses sistemas custavam juntos R$ 5.000 até pouco tempo atrás…

Se prevalecer a lógica de mercado, a indústria de automóveis deve começar a instalar a dupla airbag e ABS de série primeiro nos modelos de maior valor, deixando os carros mais populares para próximo de 2014, quando expira o prazo final dado aos fabricantes.

A oferta desses equipamentos nos veículos nacionais já era pedida há muitos anos não só por especialistas em segurança como também pelo consumidor.

Para não perder compradores de seus modelos, a indústria automotiva deverá intensificar programas de redução de custos não só de equipamentos como também de projetos. A cada R$ 500 a R$ 1.000 de aumento no preço dos carros milhares de consumidores são afastados do mercado.


Fonte: Blogautoestrada

Você compraria o utilitário Rural Willys 2010?


Designer recria o famoso jipe que fez sucesso há mais de 30 anos

Lançado em 1946 nos Estados Unidos, o jipe Rural Willys chegou ao Brasil em 1958, quando teve mais de 182 mil unidades fabricadas em território nacional em 19 anos de vida. Conhecido pela polivalência, o jipe caiu no gosto de muitos brasileiros, tendo grande parte da frota hoje nas mãos de colecionadores. A admiração pelo carro fez com que o designer Eduardo de Oliveira, famoso pelo blog Irmão do Décio, desenvolvesse a Rural do futuro.

Responsável pelas sugestões de desenhos contemporânes do Galaxie e da Brasília, Du, como é conhecido, pensou também no Rural Willys 2010: "Me inspirei nos utilitários da atualidade, mas sem deixar de lado as características da antiga Rural, como o capô, a grade em forma de ‘V’ e as pequenas lanternas”, explica. Na lista de concorrentes, a Rural teria modelos como o Chevrolet Captiva, Hyundai Tucson e Kia Sportage.

Antigamente, o Rural vinha equipado com motor de 2.6 litros e 90 cv. Depois de ser nacionalizado por inteiro, ganhou frente exclusiva inspirada no Palácio da Alvorada, em Brasília. Em 1970, a Ford assumiu a produção do jipão, que ganhou motor 3.0 de 132 cv. Para Du, o ideal para a Rural 2010 seria um propulsor 3.0 a diesel da Ranger, com 163 cv de potência. “A montadora também poderia disponibilizar diversas opções de duas cores e uma versão com estepe na tampa. Mas essas alterações, ficam para a primeira reestilização”, finaliza o designer.


Fonte: RevistaAutoEsporte